UCID pede demissão do Ministro Paulo Rocha

26/07/2018 13:07 - Modificado em 26/07/2018 13:07
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Para a UCID em matéria de reconhecimento de liberdades colectivas, e o Ministério o principal órgão para garantir essas liberdades, “e se tem alguém que não se ajuste com esta finalidade, deve ser demitida”. Esta afirmação foi o prenuncio do pedido de demissão do Ministro da Administração Interna, Paulo Rocha Segundo António Monteiro, líder da UCID, durante a sua declaração politica no parlamento.

Moiteiro justifica que o governo não está disposto a respeitar a constituição e os compromissos internacionais. Isto em relação a tratamento as reivindicações e greve dos policias “que colocou em causa a imagem de cabo verde no mundo. Para Monteiro a democracia se faz com tolerância e o ministro deu sinal de falta de tolerância, restringindo a liberdade a greve.

“por não saber lidar com uma situação complexa como foi a dos policias”. E Monteiro louva o acordo alcançado “demostrando que quando se quer pode se chegar a entendimento”, como ainda justificou a demissão imediata do ministro

O deputado João Gomes que analisa o pedido da UCID de outra forma, colocado o ministro como um dos que mais trabalhou para que se chegasse a um acordo com os agentes policias, questionamento também o timing do pedido.  “depois de uma grande vitoria e da policia para a greve agora vem pedir a cabeça do ministro. Está fazendo um excelente trabalho e nos devemos comemorar e as vitorias que estão a acontecer no âmbito da segurança quando não há razão para fazer”.

O MpD que não vislumbra razão para tal declaração politica. Mas o PAICV, através do deputado rui Semedo, diz que declaração tem toda a pertinência, isto por estar a falar de um estado de direito democrático.  “De facto poderia ter evitado a greve, mas não conseguiu por falta de dialogo, arrogância e desrespeito aos policias. Estamos num estado de direito democrático deve respeitar o direito a greve. Governo negounegociar e teve consequências”.

E ainda avança que depois de pressionar os policias houve represálias e punição”. E esta punição chama atenção para o facto de ter sido punido o responsávelsindical uma mensagem clara “que se voltarem a fazer greve vão ver o que vai acontecer” e como diz Semedo uma tentativa de desvalorizar a dimensão da segurança, e de criar instabilidade na classe. E avança informação de escutas iligais realizadas a agentes da policia.

Mirica Delgado, do MpD, que numa opinião pessoal questiona atitude dos policias aquando da greve, com palavras depreciativas a colegas e outras instituições.  “Atitude violenta de uma minoria que pôs em causa de forma grave a imagem da policia nacional.  Com que direito policias armados tinham direito de participar numa manifestação? como questionou.

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