SINAPOL suspende greve após atualização salarial e anulação de processos disciplinares

23/07/2018 07:16 - Modificado em 23/07/2018 07:16

Salário da Polícia Nacional actualizado em sessenta mil escudos para o próximo ano e anulação de todos os processos disciplinares contra os agentes que aderiram à greve

De acordo com a Polícia Nacional, a greve convocada pelo Sindicato Nacional da Polícia (Sinapol) para os dias 26, 27, 28, 29, 30 e 31 de Julho, foi suspensa na sequência das negociações entre o sindicato e o Governo com a mediação da Direcção-Geral do Trabalho. Nestas negociações foi também concordada a anulação de todos os processos disciplinares movidos contra os profissionais da PN que exerceram o direito à greve aquando da greve de Dezembro de 2017, bem como a actualização salarial que entra em vigor em Janeiro de 2019.

Portanto, a direcção nacional do SINAPOL considera ter sido importante o acordo alcançado relativamente à actualização da grelha salarial nos próximos três anos, sendo a primeira em Janeiro de 2019 e as sucessivas nos próximos dois anos, e a possibilidade de implementação da carga horária nos termos dos compromissos assumidos por ambas as partes, mas cujo pronunciamento sobre os detalhes dos consensos deverá acontecer esta segunda-feira, 23, conforme determinou a direcção.

A centralidade e o controlo das escalas de serviço a nível nacional, a aplicação do verdadeiro regulamento de trabalho, a aplicação extensiva a todos do direito a subsídios, a reintrodução dos emolumentos da Polícia Marítima, a implementação do novo regulamento de gestão e a transparência do serviço social eram outros pontos constantes do caderno reivindicativo.

No que se refere à questão das punições aplicadas aos agentes, aos coordenadores, aos delegados e ao Presidente do Sinapol na sequência da primeira greve realizada de 27 a 29 de Dezembro de 2017, o assunto deverá ser dirimido pelos tribunais, segundo indicou José Manuel Vaz.

O Presidente do Sinapol, José Barbosa, foi punido com reforma compulsiva e, relativamente a outros elementos, nomeadamente os delegados e coordenadores sindicais, o castigo vai até 125 dias de susp

  1. Djoca

    Quando a asneira é deste tamanho, a vergonha não enxovalha ninguém. Um Governo com este procedimento quem pode confiar?? Os Responsáveis governamentais não sentem vergonha??? Isto é demais.

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