Fernanda Souza, linda e quente

17/07/2018 00:25 - Modificado em 17/07/2018 00:29

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A ex-chiquitita de olhos verdes deixa a sensualidade vir à tona e faz o ensaio mais quente de sua vida

Você disse que já teve de engordar 7 quilos, mas está supergostosa agora. Você malha muito?

Tenho fases. Quando participei do Dança dos Famosos, do Faustão [ela venceu o quadro em julho de 2010], dancei muito e meu corpo deu uma mudada.

Ganhei músculos que não tinha, como um par de pernas novas. E gostei delas. Agora não quero perder!

Por isso tenho que fazer alguma coisa. Gosto de fazer exercício, mas não sou neurótica. Para mim, malhar é uma atividade que libera endorfina e só faz sentido se for prazerosa. Se for chato, nem faço. Enjoei de musculação e tenho feito pilates.

Você tem essa coisa meio hedonista, né? Isso de só fazer alguma coisa se ela dá prazer.

Ah, se não der prazer, fico com preguiça. Minha prioridade é estar rindo. Estar feliz e fazer os outros felizes. Realmente não sou uma pessoa que fica plantando tristeza.

O que achou da experiência de ser loira para fazer o humorístico Toma Lá Dá Cá?

Os homens olhavam mais. Mas não mexeu muito com a minha autoestima, porque eu não estou nem aí para homem, quero mais eu é estar bem.

Até porque, se eu quero que alguém me olhe, faço muito esforço até a pessoa olhar [risos].

Mas o cabelo loiro confere sensualidade. Às vezes eu o prendia, quando queria passar despercebida

Mas você não se sentia à vontade com essa história de sensualidade?

Isso é legal, você se sente bem, mas não é fundamental para mim.

Acho muito mais fácil eu conquistar alguém com meu bom humor do que com meu cabelo ou qualquer coisa assim.

O que vai de encontro a seus dois últimos personagens, em Toma Lá Dá Cáe em Ti-ti-ti, que são bem sexy…

Lido numa boa com isso. Se eu tenho que fazer personagem sensual, que mostre o corpo, vou me cuidar para me sentir à vontade nas cenas. Acabo vivendo em função dos meus personagens.

Mas, se não fosse isso, eu acho que não me  cuidaria tanto, seria mais desregrada e mais desencanada. Claro que me sinto bem, bonita, gosto do meu corpo. Mas dá trabalho, viu?

E você não tem nunca essa necessidade de ficar mais sexy na vida? Nem para o namorado?

Não sei. Eu sou muito moleca. Não sou mulher fatal. Não tem muito a ver comigo essa coisa. Acho que é para mulherão. Eu sou muito menina.

Tenho 1,58 m, cara de menina, não consigo me ver como  mulherão. Acho que só vou conseguir me ver assim quando estiver com uns 30 e poucos anos. Até então, eu sou uma moleca.

Por isso que até quando vou por esse caminho da sensualidade acaba sendo uma coisa mais alegre.

Mas, mesmo sendo tão mignon, tem de concordar que parece um mulherão.

Uma vez eu estava em um supermercado, só de chinelo, e um senhorzinho  me disse: “Ah, mas você é só isso? Tão pequenininha assim?” E eu: “Ah, é o que tem para hoje, gente!” [risos] 

É que televisão aumenta você em todos os sentidos. Te deixa mais alta, mais gorda ou mais gostosa. E aí as pessoas me encontram e veem que eu sou uma menininha mesmo. Sou a tal da falsa magra.

Mas vou fazer o quê? Quando vou para uma festa, fico muito mais parecida com meus personagens. Mas normalmente, quando estou de shortinho e chinelinho, não tenho nada a ver com essa outra imagem.

Na contramão de um monte de mulher que coloca silicone, você tirou um pouco de peito. Se arrependeu?

Ah, mas o que sobrou está bom, né? Acho que fiquei mais proporcional. Nunca me arrependi.

Você está na mídia desde muito chiquitita. Como foi virar mulher com todo mundo olhando?

Foi um processo natural. Eu acho que até posso ter pulado algumas fases e deixado de viver determinadas coisas porque trabalho desde muito cedo, mas também ganhei outras que me acrescentaram e me fizeram amadurecer muito.

Eu não perdi, eu troquei.

vip.abril.com.br/mulheres/

 

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