Defesa dos velejadores requer substituição da prisão preventiva

2/07/2018 01:32 - Modificado em 2/07/2018 01:32

A defesa do velejador brasileiro Daniel Dantas entregou um requerimento junto do Tribunal da Relação do Barlavento onde pede a revisão medida de prisão preventiva que esta sujeito desde a sua condenação. A defesa evoca – artigo 294º do CPP que determina que “durante a execução da prisão preventiva o juiz procederá oficiosamente, de três em três meses, ao reexame da subsistência dos pressupostos daquela, decidindo se ela é de se manter ou deve ser substituída “. A defesa e os familiares estão convencidos que devido ao desenvolvimento das investigações levadas a cabo pela Policia Federal Brasileira, com a prisão de um dos britânicos supostos de ser o dono do veleiro, com decisão de um tribunal brasileiro de não indiciar a tripulação do veleiro e emitir um mandado de captura contra três cidadãos britânicos suspeitos de terem montado a operação, surgiram factos novos que compravam a inocência dos homens que foram condenados há três meses a 10 anos de prisão por tráfico de droga. A família por ter apresentado ao longo de todo o processo provas e argumentos que “ mostram que não foram eles montaram a operação e que não sabiam que a droga não estava a bordo “ querem esgotar todos os recursos legais ao seu dispor pois dizem “ cada dia que um inocente fica privado de liberdade, cada dia que caminham para a prisão para visitar um inocente é  um martírio e uma pedrada no Estado de Direito “,Por isso pediram a defesa para avançar com o pedido no sentido se substituir a medida de prisão preventiva e que possam aguardar a decisão do recurso que corre no TRB em liberdade.

Para sustentar este pedido a defesa defende que “Acresce que, recentemente, foi tornado público a detenção em Espanha, de um dos ingleses que a Polícia Federal Brasileira aponta como um dos donos da droga apreendida do iate Rich Harvest, ato que está na origem do processo e da detenção do Requerente e dos coarguidos –

Essa detenção prova que, ao contrário daquilo que pretendeu o Mmo Juiz a quo, a versão dos factos apresentada pelo arguido do processo não constitui um alibi, mas sim a pura verdade. Verdade que ele não quis aceitar e que não era mais do que a confirmação de que a PJ em Cabo Verde, quando interveio, fê-lo convencido de os tripulantes do navio eram britânicos.  “ A defesa conclui dizendo que “Pensamos que o aumento significativo dessa probabilidade justifica que o arguido seja restituído à liberdade, já nessa fase processual, pelo que lhe deverá ser concedida essa prerrogativa, de aguardarem a demais tramitação processual nessa condição”

  1. Ex estudante no Bras

    Com a vitória do Brasil hoje sobre o México, resta a estes jovens e familiares estarem em liberdade no dia da Final da Copa, para que festejem o HEXA e esqueçam esta nossa justiça.
    FORÇA A TODOS, A JUSTIÇA TARDA MAS É JUSTA!!!
    ESTAREMOS JUNTOS A VER A FINAL E VER BRASIL CAMPEÃO!

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