São Vicente: Processo para criação de centro de diálise bem avançado

19/06/2018 07:55 - Modificado em 19/06/2018 07:55
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O ministro da Saúde e Segurança Social anunciou hoje, no Mindelo, que o processo para a criação do centro de diálise de São Vicente encontra-se “bem avançado”, com lançamento da primeira pedra previsto para Julho.

Arlindo do Rosário, que falava no acto de empossamento dos novos membros da Junta de Saúde do Barlavento, explicou que o processo de arquitectura/engenharia do centro de diálise do Mindelo ”está concluído” e autorizado o concurso fechado pelo Ministério das Infra-estruturas.

Na mesma linha das novidades para São Vicente, como referiu o governante, o Ministério da Saúde já tem pronto o projecto do bloco ambulatório do Hospital Baptista de Sousa e que agora vai a concurso, num projecto de “grande importância”, por trazer “maior capacidade de resposta” ao hospital.

O ministro anunciou ainda para esta semana, o lançamento de uma campanha nacional de luta contra o paludismo, com equipas já no terreno e reforçadas.

“Gostaria que em todas as ilhas fosse promovida, com outros parceiros, uma actividade para assinalar, com o envolvimento da população, esse compromisso da eliminação do paludismo em 2020, algo perfeitamente ao nosso alcance”, ajuntou a mesma fonte.

À nova Junta de Saúde do Barlavento, constituída pelos médicos Nair Lucas, que a preside, Tito Lívio Rodrigues, Daniel Monteiro, Paulo Jorge Almeida e Sílvia Sabino, o ministro da Saúde pediu atenção para a problemática das evacuações, sobretudo para o exterior, tendo em vista, assinalou, a tendência crescente do número para Portugal.

“É importante que sejam afinados os critérios de evacuação de doentes, e trabalhar com base no documento de procedimento comum das duas juntas do Sotavento e do Barlavento”, lançou o ministro, com a previsão, acentuou, da criação de uma equipa médica em Portugal, que será constituída por médicos cabo-verdianos que trabalham no sistema de saúde em Portugal.

Ao mesmo tempo, Arlindo do Rosário considerou que a junta vai deixar de funcionar apenas duas vezes por ano para passar a fazê-lo mensalmente, o que permitirá decisões “mais oportunas” sobre a situação dos doentes.

“A discussão dos casos de pré-evacuação por tele-medicina entre as duas equipas permitirá o encaminhamento dos casos com maior celeridade em função dos casos”, sintetizou o titular da pasta da Saúde.

 

Inforpress

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