Ordem para limpar a  Baía do Porto Grande : barco encalhados  e abandonados vao ser retirados

14/06/2018 07:47 - Modificado em 14/06/2018 07:47
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“Os barcos encalhados, fundeados e abandonados  tem causado, ao longo dos anos, problemas à navegação e problemas ambientais, bem como na própria imagem do Porto Grande”, destaca Fernando Elísio Freire.

Para isso, vai ser criada uma estrutura de missão que será liderada pelo Capitão do Porto de Barlavento, o Comando da Polícia Marítima, o Comando da Guarda Costeira, a Enapor, o Instituto Nacional de Território, a Câmara Municipal de S. Vicente, bem como os Ministérios das Finanças e da Economia Marítima, que terá como missão elaborar, “de imediato”, um plano de acção em termos operacionais e financeiros, num período de um mês, para que a situação seja resolvida o mais rapidamente possível, conforme avançou o Ministro de Estado e da Presidência do Conselho de Ministros, Fernando Elísio Freire.

“O Governo, através deste projecto de Resolução, está a dar um passo importante para resolver um dos problemas considerados mais graves da Baía do Porto Grande e permitir com que a mesma possa ter condições e espaços para se desenvolver e poder obter o seu porto de Cruzeiros”, afirmou.

Além desta proposta foi aprovada ainda em Conselho de Ministros, a Proposta de Resolução que aprova, para adesão, a Carta do Grupo Egmont de Unidades Informação Financeira, adoptada, na África do Sul, em Julho de 2013 e, consequentemente, a adesão de Cabo Verde ao Grupo Egmont foi outro diploma apreciado nesta reunião do Conselho de Ministros, em que a adesão de Cabo Verde a este grupo permitirá ao país ganhar “robustez no combate ao branqueamento de capitais, circular e ter capacidade de fornecer e receber informações credíveis que lhe permitam ser, cada vez mais, um espaço financeiro respeitado e, ainda, a aceder, a nível internacional, a informações que protegerão este arquipélago de eventuais utilizações do nosso espaço financeiro para branqueamento de capitais por actividades ilícitas”.

Com a entrada de Cabo Verde no Grupo Egmont, acredita que o país terá ainda, o conforto institucional e robustez necessária para “podermos afirmar como um espaço dentro da nossa região e no Atlântico Médio o que pretendemos ser – uma plataforma de prestação de serviços financeiros credível e forte”, realçou o Ministro de Estado.

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