Lixo: Os carros de recolham não resolvem o problema sem a participação dos moradores

7/06/2018 07:32 - Modificado em 7/06/2018 07:32

A Câmara Municipal de São Vicente tem apostado na recolha do lixo e ontem, apresentou mais dois camiões para tal. No dia cinco comemorou-se o Dia Mundial do Ambiente com atenção à utilização do plástico. Algo que as autoridades querem travar, mas que continua a deixar marcas na cidade. A ideia que os cidadãos expõem é a questão da cidade ser considerada uma cidade limpa, mas com algumas arestas ainda para corrigir. Um trabalho de todos em que todos estejam cientes.

Actualmente não se fala muito da questão do horário uma vez que “as pessoas já começaram a acostumar-se”, pois este era um dos problemas apresentados aquando da mudança da recolha do período diurno para o nocturno. Mas esta modalidade continua ainda a apresentar alguns problemas. O principal notado por Nildo Silva é que as pessoas continuam a não respeitar os horários e a colocar o lixo fora muito tempo antes da chegada dos carros. “Eu vejo isso na minha zona (Fonte Francês). As pessoas não têm muita paciência para esperarem os carros”. Uma nota também verificada em Monte Sossego em que Maria Delgado expressa o mesmo sentimento na altura de colocar o lixo na rua.

A responsabilidade pessoal é algo importante tanto na manutenção da cidade limpa como a nível da saúde. Aspecto muito referido não só durante as comemorações do Dia do Ambiente mas também por alguns cidadãos ao NN. “Todos têm de fazer a própria parte para cuidar da cidade, porque senão não vale a pena o esforço das outras pessoas”, sintetiza Dário Gomes.

No entanto, existem ainda algumas situações que precisam de ser melhoradas e neste aspecto, a Câmara é chamada. Isto no que diz respeito aos pardieiros abandonados. Um dos exemplos é um existente em Monte Sossego. Patrick Santos que já tinha falado sobre este problema na zona diz que a situação continua ainda e espera que o problema seja resolvido a bem das pessoas e da zona. Situação delicada para as pessoas que vivem perto desses locais e, neste sentido, o pedido é que a edilidade possa tomar medidas para melhorar a situação.

 Não é apenas o único a reclamar deste problema. “Existem muitas casas abandonadas em São Vicente que têm sido transformadas em depósitos de lixo o que não deixa a ilha tão limpa como deveria ser. Apesar de ser “uma tradição”, como diz Flávio Lima, não se deve deixar que isso continue a acontecer. “As pessoas devem denunciar estas casas abandonas à CMSV e esta deve agir rapidamente”.

A responsabilidade pessoal das pessoas é chamada à tona para manter a cidade limpa e, neste sentido, o pedido é que todos possam zelar para que a ilha de São Vicente possa ser a ilha que todos querem, segundo Maria Delgado.

 

  1. Marco

    deveriam repor os contentores que foram retirados, porque isto da recolha com hora marcado não esta a funcionar, tanto do lado das pessoas como de parte dos camiões(atrasos na recolha)

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