Pena pesada para australiano que matou “cobardemente” filho de nove anos

6/06/2018 07:02 - Modificado em 6/06/2018 07:02
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Juiz caracterizou maus tratos infligidos à criança como “tortura”

Sovas de cinto, queimaduras com pontas de cigarro, empurrões contra a parede, pontapés na cabeça. É longa e violenta a lista de abusos a que um australiano sujeitou o filho de nove anos. A criança acabou por morrer.

Um tribunal de Camberra, na Austrália, condenou agora Graham Stuart Dillon a uma pena de 41 anos de cadeia – 36 anos pelo crime de homicídio. O condenado terá de esperar 32 anos para poder apelar à liberdade condicional.

Conta a ABC que, em tribunal, o juiz não poupou na pena a aplicar nem nas palavras.

Graham Stuart Dillon, considerou o tribunal, matou cobardemente o filho Bradyn, de apenas nove anos.

Ficou ainda provado que as agressões, descritas como brutais, contribuíram de forma clara para a morte da criança. Um pontapé na cabeça terá deixado o menino inconsciente e provocado uma hemorragia.

O pai, ao invés de contactar de imediato os serviços de emergência, optou por fazer pesquisas online sobre o que fazer, nomeadamente sobre como reanimar uma vítima inconsciente. Na mesma altura, terá ainda tirado fotografias aos ténis do menino, fazendo posteriormente pesquisas online para saber por quanto os poderia vender. 

O juiz considerou ainda que a admissão de culpa por parte do condenado foi feita sem qualquer remorso, pode ler-se.

noticiasaominuto.com

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