Professor pedófilo condenado a 23 anos de prisão

19/04/2012 00:07 - Modificado em 18/04/2012 23:01

O ex professor da Escola de EBI Lucília Freitas, António José Duarte, foi condenado a 23 anos de prisão. O arguido era acusado de cometer 15 crimes de abuso e agressão sexual contra alunas do EBI em Tarrafal de São Nicolau. Por outro lado António Duarte terá que pagar uma indemnização de 200 mil escudos às vítimas.

O Juízo Crime da Comarca de São Nicolau procedeu a leitura da sentença do processo que acusava um ex-professor da Escola de EBI Lucília Freitas de 15 crimes de abuso e agressão sexual contra crianças. O arguido António José Duarte, conhecido por “Djoca” foi punido com uma pena de prisão efectiva de 23 anos.

De acordo com a sentença proferida pelo magistrado daquela comarca ficou comprovado que o arguido cometeu catorze dos crimes que estavam lavrados na acusação. Neste sentido, o tribunal deu como provado que António Duarte cometeu oito crimes com penetração, quatro crimes de agressão sexual na forma tentada, um de abuso sexual de crianças e um abuso sexual sem penetração.

Para compensar as vítimas pelos transtornos causados pelo antigo professor, o Juízo Crime determinou que “Djoca” terá que pagar uma indemnização de 200 mil escudos às crianças. Segundo a defesa dos ofendidos, a pena aplicada ao indivíduo é aceitável tendo em conta os tipos de crimes cometidos e pela idade das vítimas.

Com a leitura do veredicto final, a Juízo Crime da Comarca de São Nicolau conclui este processo que acusava “Djoca” da prática de abusos sexuais de oito crianças do 1º ano da Escola de EBI Lucília Freitas. Recorde-se que uma denúncia por parte de um pai de uma das vítimas fez surgir outras acusações por parte de adolescente com idade entre 12 e 15 anos que haviam sido agredidos sexualmente há vários anos. Em Maio de 2011, o antigo professor foi constituído arguido e enviado para prisão preventiva no estabelecimento prisional de São Nicolau.

O julgamento de António Duarte aconteceu no dia 13 Março e nesta terça-feira conheceu a sua sentença. Porém o processo-crime ficou sob trânsito em julgado, já que a defesa de António Freitas tem dez dias para contestar a pena aplicada pelo juiz.

  1. José costa

    Uma pessoa deste tipo deve apodrecer na cadeia

  2. Manuel

    Bem tmod, es devia era “capal” e depois ptal na praça!!!!

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