Germano Almeida reage  ao Prémio Camões 2018 : “Em termos pessoais ou literário acho que não acrescenta muito”

22/05/2018 07:15 - Modificado em 22/05/2018 07:15
| Comentários fechados em Germano Almeida reage  ao Prémio Camões 2018 : “Em termos pessoais ou literário acho que não acrescenta muito”

Em declarações a Inforpress  o escritor cabo-verdiano Germano Almeida mostrou-se  satisfeito por ter sido distinguindo com o Prémio Camões 2018. Mas , realça  que “Em termos pessoais ou literário acho que não acrescenta muito “

“O Prémio Camões é importante para a literatura e a língua portuguesa, de maneira que todo o mundo fica contente por receber o prémio, mas não posso dizer que a partir deste momento vou-me sentir mais engrandecido. Em termos pessoais ou literário acho que não acrescenta muito.,

Germano Almeida nasceu na ilha da Boa Vista em 1945, mas, actualmente, vive na cidade do Mindelo, São Vicente.

Formado em Direito, em Lisboa, é advogado e foi procurador da República de Cabo Verde. Deu os primeiros passos na literatura na década de 1980, numa altura em que co-fundou a revista Ponto & Vírgula.

Germano Almeida é o segundo escritor cabo-verdiano a vencer o Prémio Camões, depois de Arménio Vieira, em 2009.

É autor de obras como “O testamento do senhor Napumoceno da Silva Araújo”, “A ilha Fantástica”, “Os dois irmãos”, “O dia das calças roladas”, “O mar na Laginha”, “O meu poeta”, entre outros títulos.

O Prémio Camões é atribuído, anualmente, a um escritor de língua portuguesa como forma de estreitar e desenvolver os laços culturais entre os países de língua portuguesa.

Considerado o maior prémio da Língua Portuguesa, foi instituído por Portugal e pelo Brasil em 1988 com o objectivo de distinguir um autor “cuja obra contribua para a projecção e reconhecimento do património literário e cultural da língua comum”.

Fonte : Inforpress

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.