Greve Nacional de 72 horas dos vigilantes de Segurança Privada sem prestação serviços mínimos

17/05/2018 07:23 - Modificado em 17/05/2018 07:23

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Esta quinta-feira, 17 Maio, os vigilantes de segurança privada entram em greve de 72 horas e com previsão para terminar no sábado, 19, porque os vigilantes já casaram de esperar por algo que há mostras de ser cumprido. E garante que não vai haver os serviços mínimos.

O Sindicado da Indústria Geral, Alimentação, Construção Civil, Agricultura e Serviços Afins (SIACSA) e o Sindicato da Indústria, Serviços, Comércio, Agricultura e Pesca (SISCAP), após falta de entendimento em relação a aplicação da grelha salarial que deveria ser actualizada a partir de 1 de Janeiro de 2018 afirmam e publicado o boletim oficial em Março, com efeitos retroactivos, fruto do acordo colectivo de Trabalho aprovado que foi desde 25 de Fevereiro.

Até ao momento, segundo os sindicatos, as empresas de segurança privada não cumpriram com o acordo, e apesar de esta não ter sido a solução desejada, os vigilantes vão entrar em greve a nível nacional.

O Presidente do SIACSA, Gilberto Lima, disse que as empresas empregadoras não se mostraram disponíveis e nem apontam prazos para a resolução do problema”, diz este sindicalista que afirma que a única intenção dos sindicatos e vigilantes é que “cumpram o acordo, com efeito retroactivo”.

Em São Vicente os vigilantes apelam por uma adesão massiva da classe, porque é chegada a hora de “acordarem e encarar patronato sem medo de lutar pelos nossos direitos, já chegou a hora dos abusos acabarem. Esse salário de miséria, ninguém já aguenta isso. “Os salários não devem ser condicionados”.

 

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