Rúben Semedo absolvido de um dos crimes mas continua preso

25/04/2018 00:49 - Modificado em 25/04/2018 00:49
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O jogador do Villareal foi absolvido de um dos crimes em que está envolvido. Era acusado de agredir um homem à porta de uma discoteca. Rúben Semedo continua em prisão preventiva.

Rúben Semedo compareceu na terça-feira em tribunal e foi absolvido de um dos crimes em que é acusado. O jogador do Villareal era acusado de ter agredido um homem, à porta de uma discoteca, ao atingi-lo com uma garrafa de vidro na cabeça. Marca conta que a defesa de Rúben Semedo conseguiu chegar a um acordo com os advogados da vítima e a queixa foi retirada. O caso remonta a outubro de 2017.

O antigo jogador do Sporting está há dois meses em prisão preventiva no Centro Penitenciário de Picassent, em Valência, e é acusado dos crimes de tentativa de homicídio, ameaças, agressão, posse ilegal de armas e roubo. O Villareal suspendeu o contrato e o salário de Rúben Semedo até que o caso vá a julgamento.

A queixa foi apresentada no passado dia 12 de fevereiro. A vítima alega que Semedo e outros dois homens o terão atado e agredido em casa do jogador, em Bétera. Como conta o jornal Las Provincias, relatando o episódio contado pela vítima, os agressores terão roubado não só as suas chaves de casa mas também dinheiro e tudo o que pudesse implicá-los com o episódio numa altura em que estava imobilizado. Além disso, um dos agressores disparou ainda duas vezes para o ar e Rúben Semedo terá ameaçado cortar um dedo à vítima.

A vítima identificou Rúben Semedo e um primo do futebolista como duas das três pessoas que o ataram, agrediram e roubaram. A Unidade de Polícia Judicial da Guardia Civil de Valência ficou responsável pela investigação e ouviu alguns vizinhos do jogador, que confirmaram a passagem de pessoas pela vivenda, algumas saindo pouco depois de entrarem.

Em quatro meses, esta foi a terceira vez que Rúben Semedo se viu a contas com a justiça espanhola. Além do caso de que foi agora absolvido, em dezembro foi detido pela Polícia Nacional por ter alegadamente ameaçado um funcionário de uma discoteca com uma pistola. Na altura, o Ministério Público espanhol pediu dois anos de prisão para o internacional português.

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