Polícia interrompe funeral para desbloquear telemóvel com dedo do morto

24/04/2018 00:07 - Modificado em 24/04/2018 00:07
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Os agentes de autoridade da Cidade de Largo, na Florida, interromperam as cerimónias fúnebres de um homem para conseguirem desbloquear um telemóvel com o dedo do mesmo. Depois de chegar ao cemitério onde se encontrava Linus Philli, na cidade de Clearwater, a Polícia de Largo interrompeu a cerimónia que estava a decorrer em homenagem à vítima, por acreditar que a informação que se encontrava no interior do seu telefone era relevante para a investigação, utilizando as impressões digitais do homem. Linus Philli, que tinha sido morto no seguimento do incumprimento de uma ordem judicial, numa gasolineira, era suspeito de tráfico de droga, tendo sido baleado mortalmente depois de se ter recusado a sair do carro.  Apesar das inúmeras tentativas, a polícia não conseguiu desbloquear o aparelho, e deste episódio resultou uma queixa feita pela família de Linus, que considerou uma falta de respeito por parte dos agentes de autoridade. “A atitude dos polícias é uma autêntica falta de respeito”, afirmou a noiva de Linus, Victoria Armstrong, em declarações ao jornal ‘Tampa Bay Times’, reforçando que, depois deste episódio, não confia nas conclusões sobre a morte do seu noivo, e quer confirmar a veracidade das circunstâncias da tragédia que aconteceu no dia da morte do seu companheiro. O tenente Randall Claney, justificou os atos da polícia, afirmando que ‘os mortos não têm privacidade’.

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