Sokols elege corpo directivo e aprova estatuto

11/04/2018 08:01 - Modificado em 11/04/2018 10:56
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A Sokols realizou a sua assembleia organizativa, na noite de terça-feira, no sentido de escolher os órgãos diretivos e aprovar o estatuto. Na reunião elegeram para presidente Salvador Mascarenhas e Carlos Araújo como vice-presidente, e Hercules Ulisses como presidente da Assembleia geral.

A importância desta assembleia como explicava, o presidente eleito, serviu para definir os órgãos diretivos de forma a publicar o estatuto e se tornar oficialmente um movimento civil, não partidária, independente. “A partir daqui vamos ter uma organização mais forte para podermos desempenhar as nossas atividades de forma mais coesa e efetiva”.

Segundo Mascarenhas a intervenção do movimento é político, não pretendendo o poder, mas sim ser o barómetro da governação, e realizar o trabalho para despertar a cidadania ativa, e “trabalhar sobre situações impactante” na vida das pessoas.

Essa organização, como explica Mascarenhas, vai permitir o movimento estar de forma oficial, e assim poder também relacionar com outras instituições, como por exemplo a Sokols Internacional, que serve os mesmos propósitos, de ser um barómetro da governação, que estimula o desporto, e a cidadania ativa e trabalhar para o desenvolvimento, neste caso de Cabo Verde. E, ainda o Sokols vai estar habilitada oficialmente para trabalhar, e ter a possibilidade de buscar financiamento para os seus projetos.

Com esta organização a Sokols pretende ter uma atitude “menos reativa e mais proactiva e organizada, e ter um papel mais importante na sociedade”. E neste sentido a necessidade de organização da Sokols, e de ter um corpo organizativo e um estatuto, que direciona a ação do movimento. Por exemplo como adianta Mascarenhas um dos pontos no estatuto é que não permite pessoas que tenham ligações a partido, ou que desempenharam cargos nas últimas eleições de estar na direção da associação.

O grupo baseou num núcleo organizativo, que tem vindo a funcionar desde do início do movimento, e “que tem funcionado muito bem”, como sublinha Salvador Mascarenhas. Apesar da imposição legal de que haja um corpo diretivo com o presidente, Mascarenhas avança que existe dentro da Sokols um trabalho igualitário, e organização não se previu difícil devido ao conhecimento dos membros sobre o trabalho, e das tendências dos membros sobre sua área de atuação. O presidente é eleito por um mandato de um ano, tendo um limite de dois mandatos.

Sobre a ilha de São Vicente o grupo demostra preocupação com o planeamento urbano, e retende continuar a trabalhar na autonomia das ilhas, na meritocracia, o combate a corrupção, na segurança, onde também, inclui atividades desportivas.

Corpos dirigentes da Sokols:

1) Direção:

  1. Presidente: Salvador Mascarenhas
  2. Vice-Presidente: Carlos Araújo
  3. Tesoureiro: Maria Emília N. da Cruz
  4. Secretário-Geral: Moisés Santos
  5. Suplente: Arlinda Brigham
  6. Suplente: Paulo Silva

2) C. Fiscal: 1. Presidente: Carlos Feliciano Almeida

  1. Vogal: Riseth Brito
  2. Vogal: João Baptista Soares Silva
  3. Suplente: Albertina Silva
  4. Suplente: Luis Gomes

3) Mesa de Assembleia Geral:

  1. Presidente: Hércules Ulisses
  2. Vice-Presidente: Marco Silva

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