Assassinava as vítimas, comia, e usava o sangue e cinzas para pintar

8/04/2018 23:37 - Modificado em 8/04/2018 23:37

A polícia venezuelana deteve hoje o “artista antropófago” que assassinou a vítima, comeu parte do cadáver e usou o sangue e as cinzas para fins artísticos.

Acaptura foi confirmada, através do Twitter e do Instagram, por Douglas Rico, diretor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (CICPC), antiga Polícia Técnica Judiciária.

“Luís Alfredo González Hernándes foi capturado por agentes adscritos à sub-delegação de San José de Barlovento (a 120 quilómetros a leste de Caracas), pelo delito de homicídio”, anunciou no Instagram.

Segundo o CICPC, “depois de uma série de investigações realizadas pelos agentes, devido a denúncias de pessoas desaparecidas (…), foram encontrados os restos de ossos humanos numa fazenda, que se presume sejam do proprietário, que foi [alegadamento] assassinado” pelo mesmo suspeito.

O homem, “depois de detido e num interrogatório, admitiu a sua culpabilidade, manifestando ter esquartejado a vítima e comido grande parte da mesma”.

Disse também que tinha sido “contratado” pela vítima “para prestar serviço funerário, que consistia em matá-lo, comer parte do corpo e com o sangue e cinzas fazer pinturas num lenço”.

No local foram encontrados documentos de identificação de pessoas alheias ao setor, que as autoridades estão a verificar se correspondem a denúncias de desaparecidos.

Foram também encontradas várias obras realizadas pelo artista.

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