Sokols lança petição para prestação de contas da CMSV sobre o Festival da Juventude 

8/04/2018 23:04 - Modificado em 8/04/2018 23:04

O Festival da Juventude promovida pela Câmara Municipal no último fim-de-semana, na praia da Baia das Gatas, desde do anúncio do programa e do cartaz, verificou-se um certo descontentamento pela organização do evento. Os promotores do Movimento Sokols tem sido uma das vozes críticas pela organização do festival, fundamento de que para ilha a ilha de São Vicente e a juventude festival não é uma prioridade. Nas redes sociais comentários nem todos foram abonatórios a realização do festival, sendo que algumas figuras políticas da ilha usaram as redes para deixaram a sua opinião.

A Sokols por sua vez colocou a circular uma petição online, datada de seis de abril, para “prestação de contas festival”. Quando o movimento também explica que não é contra os festivais, está a favor dos artistas e da juventude, mas não se demostra a favor do “esbanjamento e incoerências políticas”.

Na nota explicativa da petição, direcionada as autoridades políticas nacionais e locais, lê-se que nos discursos oficias e intervenções políticas “demostram que a situação econômica social é delicada”, quando estamos perante um mau ano agrícola, com encarecimento de produtos e aumento da dívida pública.

“A nossa sobrevivência como nação depende da nossa capacidade de gerir todos os recursos colocados à disposição ao e pelo Estado através de processos e regras estabelecidos pela nossa legislação que visam sempre a sua utilização com bases nos princípios da Ética, da Responsabilidade, da Prioridade, da Eficiência e da Legalidade”. Chamando atenção para a situação especifica da ilha de São Vicente, com ênfase na taxa de desemprego, desocupação, utilização de drogas, álcool, violência.

Depois de explanar a situação da ilha, e do momento vivido para a Sokols: “abril, não é época para mais festivais e mais gastos sem metas claras. A Câmara Municipal de São Vicente não revela o orçamento do novo festival, mas sabemos que são milhares de contos fora do erário público, que saem diretamente dos cofres do município e indiretamente para outros sectores do governo, como da saúde, proteção civil, forças armadas, entre outros. Sabem, fazer um festival na Baia mexe com o funcionamento de todos os sectores supramencionados”.

E a intenção da Sokols foi de alertar as pessoas para a sua não participação do festival em protesto a má gestão da coisa pública. E a Sokols não é meiga nas críticas a edilidade e sobre como tem conduzido os destinos nas ilhas, e das suas prioridades.

E neste sentido o pedido a edilidade para a apresentação das contas “porque o Município é de todos nós”.

 

 

 

 

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