Empresários do Barlavento  apreendem … mandarim

4/04/2018 02:23 - Modificado em 4/04/2018 02:23
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Actualmente, diversos empresários buscam o aprendizado do principal dialecto chinês para incrementar as relações comerciais e estreitar os laços com a China e, por isso, muitos decidiram investir na oferta do mandarim, principal língua falada na China, devido, sobretudo, à mudança na configuração mundial da economia.

Com este propósito, a Câmara de Comércio do Barlavento (CCB) e a Associação de Amizade Cabo Verde – China (Amicachi)  realizam, conjuntamente, a partir de segunda-feira, 09 de Abril, uma formação em mandarim que deverá decorrer até ao dia 28 de Junho.

Dessa forma, procura-se capacitar os profissionais que queiram aprender, visto que absorver a língua chinesa nos negócios já é uma aposta certa para muitos empresários que desejam expandir os seus negócios e adaptar-se às mudanças que ocorrem no mundo actual.

O interesse para aprender o mandarim vem crescendo muito, especialmente por parte daqueles que querem fazer negócios. Esta formação na principal língua falada na China conta com uma inscrição de quatro mil escudos, segundo a CCB e conta com o suporte do Instituto Confúcio e será ministrada por especialistas chineses com “profunda experiência” nesse domínio.

Em Fevereiro, a CCB e a Amicachi, representados, respectivamente, por Belarmino Lucas e José Correia,  rubricaram no Mindelo, um protocolo de cooperação em que prometeram “trabalhar juntos” para reforçar a cooperação empresarial entre a China e Cabo Verde e cuja iniciativa irá fomentar o desenvolvimento de projectos conjuntos entre as duas partes, com a partilha de conhecimentos que a associação detém da realidade chinesa e suas oportunidades, conhecer as expectativas dos empresários cabo-verdianos em relação à China, num quadro de cooperação para futuros projectos.

O protocolo objectiva ainda, segundo a mesma fonte citada pela Inforpress, a organização de actividades como fóruns, palestras e formações e apoiar os empresários chineses em Cabo Verde e cabo-verdianos na China na busca de negócios, organização de missões empresariais nos dois sentidos e explorar oportunidades de desenvolvimento de negócio entre os dois países.

“Eventualmente, haverá nichos em que se poderá fazer alguma exportação para a China mas, neste momento, o mais relevante é o investimento chinês em Cabo Verde para criar postos de trabalho, gerar negócios aqui no país”, lançou Belarmino Lucas no dia da assinatura do documento.

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