UCID: Acusa AM e MpD em Sao Vicente de atropelar a democracia

16/03/2018 16:18 - Modificado em 16/03/2018 16:18
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A UCID mostra “repúdio” ao que considera ser um atropelo a democracia cabo-verdiana “ensaiada e efetivada pela presidente da assembleia municipal e pelos deputados municipais do MpD”, a quando da realização da sessão ordinária da assembleia, que ocorreu no paços do conselho, quando a UCID tentou substituir dois deputados que não se encontram na ilha. Como já tinha exposto os deputados da UCID durante a plenária “a UCID tinha dois deputados nos estrangeiros”, e não poderiam estar presente.

Segundo João Luís, líder da UCID, em São Vicente, em conferência de imprensa, ao pretender substituir os dois deputados foram enviadas duas notas à presidente. “Tal foi nossa estranheza, no dia 15 quando os deputados substituídos chegaram para darem início aos trabalhos da AM, estes foram categoricamente rejeitados pela presidente, com o argumento de que não se reuniam todas os requisitos normais para tal substituição”.

E defende que o regimento da AMSV “foi grave e intencionalmente violado”, tanto pela presidente como pelos deputados do MpD. E em defesa da participação dos diz deputados nos trabalhos avança que o regimento dá total razão a UCID. “Tendo a presidente feito uma interpretação propositadamente distorcida do regimento da AM, esta entendeu que podia sonegar os direitos dos deputados municipais da UCID em participar da sessão”.

Com o impasse na assembleia a presente colocou a proposta sob votação sobre a aceitação dos deputados na sessão. O  MpD durante a sessão não reconheceu o requerimento dado entrada pela UCID. Colocado a proposta sob votação o MpD votou contra, e a UCID não votou.  E “face a estes atropelos”, segundo João Luís,  alerta “para sinais perigosos que a democracia vem sendo exposta”.

 

 

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