AMSV avalia relatório de actividades da CMSV do ano de 2017

16/03/2018 06:21 - Modificado em 16/03/2018 06:21
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As bancadas na Assembleia Municipal de São Vicente fazem uma avaliação diferente sobre o relatório escrito de actividades municipais de 2017. Uma avaliação positiva para o MpD e uma avaliação menos positiva por parte da UCID e do PAICV. A oposição analisa o relatório como “aquém do que se esperava”, segundo a UCID, e de “desejos” para o PAICV.

A UCID levantou algumas questões sobre o relatório, itens levantados também pela outra bancada, pedindo mais esclarecimentos sobre o relatório para que se “possa entender o que se tem vindo a fazer, as consequências e os resultados”. Na falta desses esclarecimentos adianta que o relatório fica aquém do que se esperava.

“É um relatório de desejos porque entendemos que quando se apresenta um relatório, apresentam-se factos e não foram apresentados factos, mas desejos”, adianta o líder da bancada do PAICV. A leitura do relatório revela que não se conseguiram distinguir pontos para avaliar o desempenho da edilidade ao longo do ano de 2017 e, sem melhorias positivas entre 2016 e 2017, Baltazar afirma que não se pode avaliar o relatório de forma positiva.

Sobre os desejos, aponta, como exemplo: “A Câmara fala de redução da taxa de criminalidade e, em Fevereiro, foi apresentado o relatório e falou-se de aumento. Quer dizer que é um desejo querermos que baixe mas não é um facto”. Conclui afirmando que além dos desejos no relatório são elencadas coisas que são funções dos órgãos.

Já para o MpD, o relatório é positivo. Para o líder da bancada, Emanuel Miranda, o relatório é positivo porque “trata os assuntos que a edilidade desenvolveu no ano passado. Há muitas coisas que não estão no relatório e que a Câmara realizou”. Considera que de ano para ano, a edilidade tem vindo a melhorar a sua prestação.

Sobre a avaliação da oposição, o que conta para o edil Augusto Neves, é a “avaliação da população, pesem todas as dificuldades”. O edil fala em reorganização dentro das possibilidades da Câmara e mostra-se confiante numa boa resposta do executivo na parte que falta do mandato, mostrando confiança numa avaliação positiva da oposição no fim. O Governo também é tido nesta vontade do edil, afirmando que elogia a abertura do mesmo.

 Aprovada redução da taxa de recolha de resíduos sólidos 

A medida da Câmara sobre a redução da taxa de resíduos sólidos teve a aprovação por unanimidade da plenária. A proposta do executivo é de redução em cinquenta por cento da taxa de recolha de resíduos sólidos, passando de 1200 escudos para seiscentos escudos. Proposta bem recebida pelas diferentes bancadas, onde todos clamam que é um passo a favor das pessoas e que a redução vai ajudar muito, retirando um peso elevado nos negócios das pessoas como restaurantes ou casas de pasto, entre outras actividades do género.

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