Operação Zorro: Juiz nega pedido de alteração de medidas de coação

9/03/2018 02:30 - Modificado em 9/03/2018 02:30
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Os arguidos do caso “ Operação Zorro” vão continuar detidos em prisão preventiva na cadeia da Ribeirinha. O juiz do 1º Juízo Crime do Tribunal de São Vicente indeferiu o pedido da defesa. Considerou que devido “ ao volume de novas provas e documentos ajuntados ao processo não havia tempo para analisar antes da realização do julgamento marcado para a próxima segunda-feira “. No despacho o juiz também alega que se defesa “ tinha provas e instrumentos que diz ter deveria ter solicitado a Audiência Contraditória Preliminar (ACP) no sentido de evitar o julgamento. Conforme este online tinha noticiado a defesa dos velejadores acusados de transportar do Brasil para Cabo Verde mais de uma tonelada de cocaína solicitou a alteração da medida de coação de prisão preventiva com base num relatório com mais de 600 páginas autenticadas contendo um despacho fundamentado elaborado pela polícia federal brasileira a partir de um inquérito com uma minuciosa investigação, com provas, documentos e depoimentos onde a Justiça Brasileira considera que os tripulantes são inocentes e decide indiciar o dono do veleiro.  Este documento foi entregue na no dia 22 de Fevereiro à Procuradoria-Geral da República e defesa com base nos factos novos, que vão no sentido de inocentar os velejadores, intentou a mudança da medida de coação.

Os familiares e amigos dos arguidos que se encontram em São Vicente tinham a esperança que os arguidos pudessem ser julgados em liberdade. Mas vão ter ver os acusados entrarem e saírem algemados do Tribunal de São Vicente.

O julgamento está marcado para o dia  12 de Março, segunda – feira.

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