IGAE manda suspender actividades de três estabelecimentos comerciais e jogo de bingo na Palmeira

7/03/2018 03:51 - Modificado em 7/03/2018 03:51
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Uma acção de fiscalização realizada pela Inspecção-Geral das Actividades Económicas, juntamente com a Polícia Nacional durante este fim-de-semana na ilha do Sal, resultou na suspensão temporária de alguns estabelecimentos comerciais e do jogo de bingo na Palmeira.

Pretende-se, com estas visitas periódicas da Inspecção-Geral das Actividades Económicas (IGAE), garantir melhorias nos serviços prestados e no fornecimento de bens, “dando assim confiança” aos turistas no exercício do consumo.

Assim, nestas operações desenvolvidas tanto de dia como à noite, a IGAE confiscou 250 mil escudos em produtos estragados e de comercialização condicionada, nomeadamente medicamentos, além de ter ordenado a suspensão temporária de três estabelecimentos de actividade nocturna.

A cessação desses estabelecimentos comerciais deveu-se à falta de licenciamento, higiene e presença de pragas.

A inexistência de placa de proibição de venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, a presença de menores nos estabelecimentos nocturnos e de operadores económicos estrangeiros sem residência, a falta de cartão de sanidade, são as principais infracções constatadas em mais de 60% dos estabelecimentos inspeccionados.

Outras irregularidades prendem-se com a ausência de livros de reclamação, de saídas de emergência, a presença de bebidas sem rótulo ou com rotulagem deficiente, de produtos alimentares mal acondicionados, a falta de contrato de trabalho, entre outras situações.

Entretanto, o trabalho de fiscalização da IGAE não ficou por aqui, tendo a equipa, numa operação nocturna juntamente com a PN e a Inspecção-Geral de Jogos e Fiscalização Municipal, surpreendido o Clube Desportivo da Palmeira onde, domingo, decorria o jogo do bingo considerado “ilegal”, tendo sido ordenado, imediatamente, a sua suspensão, perante mais de uma centena de apostadores.

Após a actuação das autoridades, os apostadores reclamaram a devolução do dinheiro, mil escudos, preço por bilhete, já que o jogo foi suspenso antes da extracção dos números, cuja restituição, entretanto, decorreu “ordeiramente”.

“Alcançou-se o objectivo desejado da suspensão definitiva do jogo ilícito realizado pelo Grupo Desportivo da Palmeira”, lê-se no documento a que a Inforpress teve acesso.

A IGAE promete uma fiscalização intensificada para poder garantir melhoria nos serviços prestados e no fornecimento de bens.

Fonte Inforpress

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