Vigilantes voltam atrás e vai haver greve    

6/03/2018 01:57 - Modificado em 6/03/2018 01:57
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Os profissionais de segurança privada que tinham suspendido o pré-aviso de greve agendada de 7 a 9 de Março, voltaram atrás no próprio propósito e informam que a greve ainda está de pé.

A não implementação de uma nova grelha salarial da classe, o não descongelamento das progressões e o reenquadramento nas carreiras profissionais são algumas das reivindicações que estão na origem do pré-aviso de greve.

De acordo com o delegado sindical em São Vicente, o documento que estabelece a entrada em vigor do acordo colectivo de trabalho e da grelha salarial a partir da data anteriormente acordada, isto é, a partir de Janeiro de 2018, já foi assinado mas a Direcção-Geral do Trabalho ainda não o entregou assinado aos sindicatos.

“O sindicato informou-nos que ficarão à espera desse documento até hoje, 06 Março. Se não for entregue, partiremos para greve”, ameaça.

Os vigilantes nacionais são representados pelo Sindicato da Indústria Geral, Alimentação, Construção Civil, Agricultura, Serviços, Florestas, Serviços Marítimos e Portuários (SIACSA).

Na altura da suspensão da greve, o Presidente do (SIACSA) garantiu a criação de uma comissão para tratar da questão salarial, bem como dos retroactivos. “Um órgão consultivo, apenas para negociar os pagamentos. Os vigilantes podem ficar descansados, porque aqui não há perigo da não entrada em vigor do acordo ou do não pagamento dos retroactivos”.

Desde o início do ano que os profissionais de segurança privada aguardam a entrada em vigor da nova grelha salarial assinada na Convenção Colectiva de Trabalho em Agosto de 2017.

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