EUA: Escapa a execução porque médicos não encontram veia

27/02/2018 00:58 - Modificado em 27/02/2018 01:42
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Após 12 injeções falhadas, o advogado do criminoso descreveu o procedimento como uma tortura.
Doyle Lee Hamm, condenado ao corredor da morte desde 1987 por homicídio, está a acusar o sistema prisional do estado do Alabama, nos Estados Unidos, de tortura devido a uma tentativa falha de administrar a injeção letal. O homem foi perfurado 12 vezes e o procedimento foi descrito como “desumano”. A execução do criminoso devia ter sido rápida, mas segundo o advogado de Doyle, Bernard Harcourt, o que ocorreu “foi claramente uma execução fracassada que só pode ser descrita como tortura”. Segundo as fotografias partilhadas pela defesa do criminoso, as 12 marcas de punção estão presentes nas pernas e virilhas do homem. Bernard afirma que o cliente foi perfurado também na bexiga ou artéria femoral, pois no dia seguinte estava a urinar sangue. Doyle, que luta há três anos contra um cancro craniano e linfático, desmaiou durante o procedimento e foi transportado de novo para a sua cela. Segundo o jornal Daily Mail, o advogado espera que com este caso, que vem juntar-se a uma lista de execuções falhadas “por negligência humana”, o sistema prisional americano reveja as capacidades dos profissionais responsáveis pela administração das injeções letais.

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