Bancadas / Carnaval : A polémica de sempre mas o lugares estão todos vendidos

8/02/2018 01:32 - Modificado em 8/02/2018 01:32
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Neste fim-de-semana iniciam os desfiles de Carnaval, com a Câmara Municipal a disponibilizar, na sua página de facebook, o alinhamento dos desfiles. A novidade falada desta edição é a colocação de bancadas para o público. Uma iniciativa da Liga dos Grupos de Carnaval de São Vicente. Como foi noticiado, a receita reverterá para os grupos e para pagar o aluguer e a montagem dos equipamentos. As bancadas poderão receber cerca de quatro mil pessoas. Uma contribuição a favor dos grupos” e do Carnaval como sublinhou David Leite, Presidente da Liga, em entrevista ao Sapo.

A iniciativa tem sido não só elogiada como também questionada. Numa reportagem do NN sobre a iniciativa, num primeiro momento, os elogios sobre o conforto que os lugares dão para as pessoas assistirem ao Carnaval foram largos. No entanto, não só de bancada vai ser composta a Praça Nova, neste caso, como também de espaços à venda. Espaços habitualmente ocupados não só como local de observação, mas também como ponto de encontro, como é assumido pelas pessoas que não aceitam na íntegra a iniciativa.

“A Praça Nova é um espaço onde as pessoas gostam de circular e estar”, diz Djene Duarte. E não é o único a não receber a notícia de bom grado. Porque a Praça Nova “é a Praça Nova”, “um lugar de todos que agora vão ter de pagar para entrar”, como assume Eurico Fortes.

Para Vani Monteiro, a maioria das pessoas vai estar a movimentar-se nas ruas da morada, pelo que diz não entender porque é que as pessoas vão começar a pagar para circular. A sugestão é para se repensar na ideia da melhor forma, enquanto que algumas pessoas questionam a segurança. Em entrevista com um funcionário, o mesmo já tinha garantido a segurança do local.

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