OPACC em sintonia com o Governo em matéria de governação transparente

6/02/2018 01:17 - Modificado em 6/02/2018 01:17
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“Através de um código de ética e deontologia profissional que vincula os associados a princípios caros a uma atividade com importantes impactos na credibilidade e confiança nas instituições, organizações e empresas, a Ordem vem desempenhando um papel importante em termos de credibilidade e transparência”, considerou o Primeiro-ministro, mostrando que isso está convergente com aquilo que é o ativo mais importante de um pequeno país como Cabo Verde, que é a confiança.

“Confiança nas relações do país com as instituições e parceiros internacionais, com instituições financeiras nacionais e internacionais, com investidores e com os cidadãos”, disse Ulisses Correia e Silva, para quem Cabo Verde para entrar na rota do desenvolvimento tem que valorizar os seus recursos intangíveis, como estabilidade, confiança, credibilidade e o capital humano.

E nesta construção, acrescentou o chefe do Governo, os profissionais da contabilidade e da auditoria desempenham um papel importante.

Da parte do Governo, fez saber que existe uma agenda forte neste sentido. A começar pela organização de conferências que colocam os temas de boa governação e transparência em debate, como são a “Conferência sobre a boa governação societária” e a “Conferência sobre a Governação Transparente”. Também, apontou, a aprovação da nova lei sobre o Tribunal de Contas que introduz alterações substanciais relativamente ao controle e gestão dos poderes públicos e da coisa pública, assim como a publicação regular de todas as aquisições públicas de bens e serviços, incluindo empreitadas, restruturação e privatização das empresas e a introdução, brevemente, de algumas normas que reforçam a exigência da publicação de contas por parte das empresas.

Por outro lado, enalteceu o facto da Ordem Profissional de Auditores e Contabilistas Certificados estar a apostar na formação continuada e no desenvolvimento profissional tendo em conta as normas internacionais. “É necessário estarmos conectados com as melhores práticas, normas e aquilo que se produz de melhor no mundo, por forma a estarmos sintonizados com o mundo global cada vez mais exigente”, observou o Primeiro-ministro, acreditando que Cabo Verde precisa de uma elite bem preparada, cosmopolita e aberta ao mundo, capaz de opinar com propriedade sobre questões diversas, desde a vida política, económica, social e cultural do país.

O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, falava na abertura do II Congresso dos Auditores e Contabilistas Certificados de Cabo Verde, promovido pela Ordem Profissional de Auditores e Contabilistas Certificados (OPACC), sob o Lema: “Os profissionais contábeis face aos desafios da transparência e da boa governação”.

 

 

 

 

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