PM quer que  Ribeira Grande de Santiago seja um  desígnio de todos

2/02/2018 01:09 - Modificado em 2/02/2018 01:09
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“Temos que assumir um grande compromisso para com o município de modo a valorizar o património mundial da humanidade, não no sentido estático, mas sim em valor económico, em impacto na vida das comunidades. Temos que fazer da Cidade Velha um verdadeiro ponto de referência para o turismo cultural de alto valor acrescentado”, apelou o Primeiro-ministro, sublinhando a necessidade de garantir o cumprimento das regras, das construções e da cidadania que “devem estar em conformidade com aquilo que é a preservação do sítio histórico”.

Para Ulisses Correia e Silva, tudo isso tem que ser transformado num desígnio municipal, dos cidadãos da cidade, de todos os atores políticos e do país no seu todo. Pelo que exortou a criação de um ecossistema coerente, consistente e harmonioso em todas as dimensões, abrangendo o planeamento, ordenamento, postura e cidadania, organização, restauro dos patrimónios históricos, formação para o turismo, promoção do empreendedorismo, etc.

Mesmo porque, conforme anunciou, o Governo vai investir 11 milhões de contos na requalificação dos centros urbanos nos próximos três anos e para Ribeira Grande de Santiago, em particular, existe um pacote de investimentos concretos para concretizar.

“Reforçar o PRRA – Programa de Requalificação, Reabilitação e Acessibilidades, com destaque para a requalificação das localidades, regenerar o centro histórico da Cidade Velha, restaurar a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, contratualizado em 55 mil contos, assim como o património cultural em cerca de 20 mil contos, a infraestrutura de pescas em Porto Mosquito, bem como a estrada Cidade Velha/Salineiro/Santana, com financiamento garantido em 250 mil contos”, garantiu o Chefe do Governo, que falava na cerimónia de celebração do Dia do Município de Ribeira Grande de Santiago, esta quarta-feira, 31.

Com este entendimento, o Primeiro-ministro defende forte parceria entre o Governo e os municípios como complementaridade entre esses dois poderes. Uma parceria que considera fundamental para o desenvolvimento com implicação direta na qualidade de vida das pessoas. A transferência de mais competências e recursos financeiros, através dos fundos do turismo e do ambiente às câmaras municipais, são demonstrações desta parceria, conforme sustenta Ulisses Correia e Silva.

 

 

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