Vigilantes: “Essa manifestação foi contra a DGT”

1/02/2018 12:26 - Modificado em 1/02/2018 12:26

Os vigilantes das empresas privadas em São Vicente saíram a rua reivindicando melhoria nas condições de trabalho, e o aumento salarial. Como explica Jaílson Aguiar do SIACSA, a manifestação foi direcionada para a Direção Geral do Trabalho, sendo que no percurso pararam a frente das empresas, SONASA, SEPRICAV E SILMAC, com cartazes e palavras de ordem.

“Essa manifestação foi contra a DGT que atrasou, não foi empresas que tiveram culpa. Não foi enviado o acordo coletivo de trabalho no mês de Agosto para que os vigilantes pudessem ter um salario melhor. E estamos manifestando o desagrado contra este atraso”, como explica Aguiar. O atraso “provocado” pela DGT, segundo Aguiar, vai exigir “mas um tempo de espera e ansiedade, porque as pessoas estão ansiosos”. Agora o acordo coletivo de trabalho está para vigorar a partir do próximo ano.

Num balanço sobre a manifestação adianta que tudo foi pacífico, mas que “é começo de uma luta grande para melhores condições e salario

O delgado sindical Edi Ganeto explica que foi assinado uma portaria que uma nova tabela iria entrar em vigor a partir de um de janeiro. “Ficamos na expetativa que em Outubro poderíamos saber a categoria que iria enquadrar e o valor a receber. E em Janeiro nada, e viemos reivindicar”. Para Ganeto o grupo falou em greve e desde então a DGT resolveu reunir com as empresas para discutir o novo acordo.

“A nova diretora afirmou que o acordo continha erros, e não poderia ser publicado. Porque já estava com erro porque não tinha revisto há mais tempo, e esperamos o mês de janeiro para entrar em vigor como estipulado. Mas fomos enganados”, como declara Edi Ganeto. Além desta questão ainda reivindicam melhores condições nos postos de trabalho, INPS, entre outros pontos.

“Rever a situação, mas essencialmente no salário. Um vigilante recebe treze mil e quarenta escudos, é inadmissível, e é para rever como prometeram para criar condições. Não temos defesa no posto, somente temos a farda e não temos mais nada”.

Os vigilantes estiveram a frente das três empresas. Apenas a diretora da Silmac saiu para conversar com os trabalhadores.

 

  1. CARLOS DUARTE LOPES

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