Tribunal de São Vicente: Quatro roubos , o mesmo suspeito  e  a mesma pena

31/01/2018 01:46 - Modificado em 31/01/2018 01:46
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Roubo de uma mochila no Monte Verde, roubo de uma bolsa contendo uma máquina fotográfica, uma certa quantia em dinheiro e documentos pessoais também no Monte Verde, roubo de oito cadeiras de plástico numa residência na Ribeira de Julião, roubo numa residência em Chã de Marinha, onde supostamente foi levado um televisor plasma, um liquidificador, um fervedor eléctrico, um par de sapatilhas e várias panelas inox e diversas ferramentas.

No Monte Verde, o suspeito que agora se encontra na cadeia da Ribeirinha e que está a responder por vários processos, é acusado de ter agredido sozinho e de forma brutal um cidadão estrangeiro e de lhe ter tirado a mochila e, posteriormente, de a ter deixado em casa da mãe e, depois, de a ter vendido ao irmão que responde pelo crime de receptação.

O arguido Erickson, alega que comprou a mochila em mãos num indivíduo que estava na rua por oitocentos escudos e que existem muitas mochilas e que não o podem acusar de roubo, se não o cometeu. Por outro lado, o irmão afirma que não sabia como o Erickson conseguiu a mochila, apenas que estava a precisar de uma e o irmão vendeu-lha por mil escudos. A mãe de ambos responde no mesmo processo pela acusação de ter escondido material roubado.

Mais uma vez, sempre no Monte Verde, segundo a acusação e de forma agressiva com uma “boca” de garrafa, ameaçou duas estrangeiras e levou-lhes a bolsa contendo uma máquina fotográfica, seis mil escudos em dinheiro e ainda documentos pessoais.

O arguido, nega também estas acusações, aliás negou todas as acusações contra si e diz que não costuma frequentar aquela zona.

Segundo testemunhos de um agente da BIC, depois do acontecido, as duas cidadãs accionaram a polícia que se deslocou ao local e recolheu-as para registar a ocorrência e, na esquadra, reconheceram o Erickson através de fotografias apresentadas aleatoriamente.

Em relação às outras acusações de roubo a residências, um juntamente com o Nuno em Chã de Marinha e outro com o Stiven na Ribeira de Julião, todos defendem que não roubaram nada nem no primeiro nem no segundo caso e, em relação ao segundo caso, declararam que encontraram as oito cadeiras de plástico com a marca de uma cerveja escondidas no meio do mato e que deram a outra pessoa para as vender.

Erickson e Stiven, os dois suspeitos, dizem que costumam frequentar aqueles lados e que isso não é garantia de terem assaltado uma casa e nem de terem levado as cadeiras.

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