Em Janeiro  três agentes da PN  foram detidos por crimes graves

29/01/2018 04:24 - Modificado em 29/01/2018 04:25

Em menos de 30 dias três elementos da Policia Nacional foram detidos sob a suspeita de terem praticados crimes considerados graves.

No dia 2 de Janeiro a PJ deteve na ilha da Boavista  um agente de segunda classe da Polícia Nacional, natural da ilha Brava.  Sobre ele recaem as suspeitas de ter roubado uma metralhadora AK 47 na esquadra da Boavista e que posteriormente foi utilizada no assalto a agência do BCN. Um caso considerado grave, mas que o Ministério do Interior se remeteu ao silêncio e “ não se sabe que medidas foram tomadas, ou quem foi responsabilizado pelo roubo da AK para além do autor do furto”. Este caso preocupa a sociedade “ por que por mais que as autoridades não assumem a gravidade do facto e o mostrem como um facto isolado ninguém está descasado quando um agente da PN rouba uma arma de guerra e que depois é utilizada no assalto “

No passado, fim-de-semana, mais dois elementos da PN detidos. Agora é  um ex-oficial que é acusado da prática de um crime de falsificação de documentos e um crime de burla.

Também considerado “ um crime grave “ que pode abalar a imagem da PN visto que “ se trata de um ex-oficial e ninguém espera ser burlado por quem desempenhou funções de chefia na PN”

Se a sociedade não espera ver um agente envolvido num assalto a banco, um oficial acusado de burlar pessoas, ficou chocada quando soube que um ex-agente da PN foi detido e acusado da prática de um crime de sequestro agravado, um crime de roubo com violência sobre pessoa e um crime de armas

O MAI opta pelo silêncio. A população fica preocupada e apreensiva. E a imagem da PN sai abalada. Certamente.

 

Comente a notícia

Obrigatório

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.