Post : A propósito do Sokols.

16/01/2018 07:41 - Modificado em 16/01/2018 07:41

Público o post do meu colega de profissão e companheiro de rotas. Óscar Monteiro. Ele sabe que não estou de acordo com ele. Por algum motivo os mindelenses passaram a vida a reivindicar o que acham que têm direito. Não vou rebater o conteúdo porque eu vejo e defendo um São Vicente aberto a Cabo Verde e ao Mundo e não de costas para Cabo Verde  virado para o seu umbigo em nome de um bairrismo rançoso.  Eu vejo e defendo um São vicente que reclamou o 1 º Liceu para receber estudantes de todas as ilhas e criar a intelectualidade cabo-verdiana e não só para São Vicente. Defendo um São Vicente que reclamou o Porto Grande para abrir Cabo Verde ao Mundo e contribuir para o desenvolvimento. Vejo e defendo um São Vicente que não se revê no pensamento dualista: São Vicente / Praia / Nós / Eles. Tão em voga por estes dias que e  não permiti a existência de outra forma de pensar que não as duas escolhidas

Não me revejo no post do meu amigo nem nos enunciados  dualistas . Mas revejo-me na sua coragem de dizer o que muitos querem dizer mas não têm a coragem de dizer. E vamos ao post

Eduino Santos

1° pelo nome vê-se logo do que se trata. Uma organização lambe botas, puxa-saco dos colonos.
Foram assim com os Ingleses, com os checos e com os portugueses.
Só num país como Cabo Verde é que os puxa-saco conseguem ter o 1° Liceu (1937) numa ilha em detrimento da Capital do País.
Só num país como Cabo Verde é que os puxa-saco conseguem ter um porto  numa ilha em detrimento da Capital do País entre outras coisas.
Chega a independência continua a mesma saga.
Investimentos só em SV.
Cabnave, Morabeza, Socal, Moave, FAMA, Silos, Shell, Enacol, Administrações da Electra, Enapor, ANAV, entre outras.
Na Praia faltava gaz, arroz, açúcar, milho, farinha, petróleo, gasolina, gasóleo, electricidade e outras coisas porque dependia do abastecimento das empresas e serviços sediadas em Mindelo. Dependia 1° da programação​ das viagens dos Arcas-Verde, Ilha do Komo e Santiago da ANAV.
Depois da quantidade dos produtos disponibilizados pelas referidas Administrações. Nos anos 90 cria-se o parque industrial de Lazareto e aí instala-se dezenas de Empresas de montagem e industriais. Com a Escola técnica no Banco, seguros previdência Social, outras empresas e instituições na maioria funcionários e técnicos de SV. Existem mais exemplos.
Agora gostaria que da outra parte “Os Sokols” apontassem o que foi feito na Ilha de Santiago durante todo esses anos e nas outras ilhas para estarem a reclamar toda hora contra a ilha de Santiago.
Assembleia Nacional para deputados. Palácio do Governo para os ministros e outras infraestruturas físicas que não dão rendimentos para a população. Com esta chantagem regionalista querem com a regionalização continuar a ter tudo para que Santiago continue a depender deles. Só os tempos são outros.

 

https://www.facebook.com/oscar.monteiro.73

  1. Jose Carlos

    Nunca vi tanta estupidez num post carregado de ódio.
    O autor não conhece a história do Porto Grande, do Liceu de SV, etc etc
    Devia sentir mesmo vergonha de escrever isso
    A estupidez humana realmente não tem limites

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