Trabalhadores recusam deixar instalações da AMP

11/01/2018 23:34 - Modificado em 11/01/2018 23:34

Os trabalhadores da AMP opõem-se  a decisão de mudança de instalações da intuição, para dar lugar ao Ministério da Economia Marítima. Como está escrito na ordem de serviço emitida pelo Conselho de Administração, “aquando da visita de cortesia do Secretário de Estado da Economia Marítima, o edifício ex-comando naval, património do estado, foi eleito para receber condignamente a sede do referido Ministério”.

Foi solicitada a restituição dos pisos ocupados, “o mais tardar até ao dia 15 de Janeiro, tendo disponibilizado, em regime de permuta, novas instalações para receber a sede da AMP”. Medida que os trabalhadores discordam, manifestando o desagrado.

Os trabalhadores têm accionado todos os meios para impedir que a mudança aconteça. Aquando da visita, alguns trabalhadores estavam a empacotar os seus haveres, enquanto que outros relutavam em arrumar os pertences com as estantes sem tocar. O Provedor de Justiça já foi accionado através de carta, assim como o Conselho de Administração e o Presidente da República, além de contactos com partidos políticos.

No abaixo-assinado subscrito por dezasseis trabalhadores lê-se que “todas as instituições que assumiram ao longo do tempo as competências de administração marítima, desde a capitania dos porto ficaram neste , edifício que está  registado como património do estados  sob a gestão desta agência, enquanto autoridade administrativa independente de base institucional, dotada de personalidade jurídica, órgãos, serviço pessoal e património próprio de autonomia administrativa e financeira”.

Neste sentido, estes trabalhadores afirmam que “não poderá ser através de um simples comunicado verbal que o Ministério determine que a AMP terá de deslocalizar a sua sede” e, como fazem questão de repetir, o património está sob a sua gestão.

O apelo é no sentido de “encetarem as démarches junto dos órgãos de soberania de modo a impedir a concretização deste atentado à independência patrimonial”, como subscrevem. Fazem menção das dificuldades financeiras da instituição e uma decisão que pensam pode afundar “definitivamente a instituição”.

O Provedor de Justiça escreve que o ano começa mal e pormenoriza um ponto: a forma como foi conduzido o processo. Tiveram conhecimento da decisão no dia nove às 14:30h e o pessoal de mudança às 16:00h já estava no prédio. Carta assinada por Carlos Gomes que afirma que estão a ser despejados e que agora a Agência terá de pagar uma renda, coisa que “nunca antes aconteceu”. O pedido é de respeito e que possam ser encetados meios para travar a mudança.

Solicitam a intervenção do Presidente da Republica , Jorge Carlos Fonseca “no sentido de impedir que o Ministro da Economia, juntamente com o Presidente da AMP, despejem a Agência do prédio”.

Outro ponto que Carlos Gomes adianta é que a agência será dividida por três edifícios o que pode criar constrangimentos aos utentes que terão de se deslocar aos serviços.

 

 

  1. maria lima

    um te má bsot.
    bsot fincá pê k kel espaço é um referencia de soncente

    porque es k trá judiciária da lá es pô capitania ou AMP móda kes kre tchemal
    oute então es te bai lá pe alto mira mar ke ses ministério k jas inventá so pe calá soncente boca
    Bost fincá pê. ess gover no te mut demás

  2. Liliana

    O Edificio nao pertence ao Carlos Gomes

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