Recluso declarado morto ‘ressuscita’ na autópsia

10/01/2018 00:38 - Modificado em 10/01/2018 00:38

Os médicos desconhecem a causa da ‘morte temporária’ do prisioneiro.

Foi na noite deste domingo que Gabriel Montoya Jiménez, de 50 anos, preso no centro prisional das Astúrias, ‘ressuscitou’ depois de ter sido encontrado ‘morto’ dentro de uma cela. Os guardas prisionais deram pela falta de Gabriel quando realizavam a vistoria às celas de rotina. O espanhol foi encontrado inconsciente, sentado numa cadeira e não respondia aos estímulos dos guardas. Foram chamados médicos à prisão, que não conseguiram reanimar o recluso. Jiménez foi dado como morto no local. Diante daquela situação realizou-se o procedimento padrão e foram chamados os responsáveis de medicina legal para levar o corpo do preso, de modo realizar-se uma autópsia. O cadáver foi enviado ao Instituto de Medicina Legal, em Oviedo, dentro de um saco usado para o transporte de mortos. Quando três médicos se preparam para começar a autópsia ouviram barulhos vindos do interior do saco. Surpreendidos, os médicos abriram o saco e depararam-se com o indivíduo vivo.   As causas da morte temporária do preso ainda não são conhecidas, mas a polícia espanhola está a investigar o caso de modo a perceber o terá feito com que o homem de 50 anos aparentasse estar morto durante algumas horas. O prisioneiro, acompanhado da polícia, foi internado no Hospital Universitário Central das Astúrias.

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