UCID – Lixeira de São Vicente: “Questões partidárias inviabiliza projeto com financiamento”

4/01/2018 13:36 - Modificado em 4/01/2018 13:41

A UCID “volta a carga” na questão do saneamento, com enfoque, no tratamento do lixo em São Vicente. Tema que tem sido abordada pelo partido, em comunicações passadas, e que fez parte da sua plataforma eleitoral nas autárquicas de 2016. “A questão do saneamento deve ser levado em consideração o porque, nós somos uma ilha com fragilidades ambientais claras, e deve merecer das autoridades locais e nacionais uma atenção muito especial”.

Segundo o presidente do partido, António Monteiro, o partido apresentou um projeto a edilidade de São Vicente, tendo o método de tratamento do lixo, queima a céu aberto, para queima em incineradora. Na altura a UCID admitiu que já tinha o projeto e o financiamento, o mas foi descredibilizado pelo edil local, de que o projeto não existia.

A edilidade tem em carteira a construção de uma terro sanitário para resolver o problema do lixo na ilha. Método criticado pela UCID por não resolver os problemas do lixo, e ainda, constitui uma ameaça ao meio ambiente e a suade pública. “Temos que aproveitar a oportunidade para ajudar a ultrapassar aquele quadro triste da Ribeira de Julião, que durante vários anos tem sido o dia-a-dia da cidade do Mindelo, e São Vicente”.

O partido defende que apresentou o projeto a edilidade mas este não demostrou interesse. Projeto que avança esta foi feito em 2012, e com tenti-tas de apresentação a edilidade pro parte da UCID, mas sem sucesso. “Procuramos esta solução ainda como vereador na câmara, e até hoje não se conseguiu por na pratica um projeto tao importante para São Vicente, com benefícios para a ilha e pode ser aproveitada pelas outa silhas de cabo verde. O aterro não é solução, a inceneração é o melhor caminho”.

Cesar Lopes, químico de formação, residente na Suécia, é o mentor do projeto, e diz que ao tomar conhecimento do problema do lixo, buscou uma solução. Através de um estudo, realizado por ma universidade sueca, onde foi elencado algumas soluções, donde saiu a melhor, a inceneração. “Nesta altura pensei em apresentar a câmara mas não houve interesse no projeto. E um grupo empresarial, Againity estava pronto para implementar o projeto. Economicamente é viável e estavam interessados, já que a câmara não tinha dinheiro para financiamento”.

Segundo Monteiro “não existe lixo e tudo pode ser usado como matéria-prima”, e esta incineradora ajudaria na produção de eletricidade, e conversão de garrafas, por exemplo, em areia para construção, e desenvolver a economia do país.

O projeto ronda os oito milhões de dólares, segundo avança o mentor do projeto é economicamente viável e que a empresa iria custear o projeto. E sublinha o desinteresse da câmara em abraçar o projeto.

“Temos vários projetos, são ideias que pensamos ser que são fundamentais e que queremos disponibilizar para a câmaras”, segundo Monteiro, mas que questões partidárias inviabilizam os projetos.

Comente a notícia

Obrigatório

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.