UCID considera que  perda da liderança da Comissão da CED foi uma vergonha e uma humilhação

18/12/2017 16:11 - Modificado em 18/12/2017 16:11
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Instado a comentar sobre a perda da corrida de Cabo Verde pela liderança da Comissão da CEDEAO, António Monteiro, presidente da UCID, considera que era uma oportunidade impar de liderar a comissão, e que o processo não foi devidamente trabalhado. Considera que deveria haver mais responsabilidade dos que lideraram o processo, o governo, e que deviria ter maior mobilização da sociedade civil, dos partidos políticos e dos parceiros internacionais.

E da forma como o país perde a corrida considera que” foi uma vergonha e uma humilhação. “Como explica: porque a não sermos eleitos porque tínhamos dividas, estamos a falar de 20 milhões de euros que a nível internacional não é muito, mesmo que internamente seja mais significativo. Mas temos amigos que poderiam nos ajudar. Até porque Cabo Verde iria demostrar sua capacidade de mostrar serviço a comunidade e internacional. E perdemos esta oportunidade.

Monteiro não analisa a capacidade do país em termos de números, mas da influência que poderia ter na região, e demostra sua capacidade de gestão. “E se tivéssemos feito o trabalho de casa provavelmente ganharíamos e poderíamos fazer deslocar a experiência e capacidade de agir em prol das pessoas, e fazer um bom trabalho”.

Como analisa era a vez de Cabo Verde liderar a comissão, isto porque a eleição é feita por ordem alfabética. “A Costa do Marfim também tinha dividas, mas resolveu o problema da divida e colocou-se na frente. Se tivéssemos procurado apoios e amigos, que nos temos, teria sido uma grande oportunidade. E acrescenta que o país acreditou que mediante um programa de pagamento poderia avançar, mas que não cumprindo as regras o país ficou de fora.

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