São Vicente: São roubados cinco telemóveis por dia

6/12/2017 06:59 - Modificado em 6/12/2017 06:59
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O  roubo de telemóveis, principalmente na via pública, é uma das práticas que mais interesse desperta nos assaltantes de plantão que diariamente os fazem “desaparecer” das mãos dos donos. Segundo os registos de ocorrências da Polícia Nacional são roubados ou furtados ,em média, cinco telemóveis por dia .

O roubo de telemóveis, que é um motivo de preocupação entre os são-vicentinos e está no meio das atenções em todas as conversas quando se fala de criminalidade urbana, afecta todas as classes sociais e é prática corrente em toda a ilha.

Cada dia que passa, pelo menos cinco são-vicentinos ficam sem o  telemóvel. Muitos destes equipamentos servem como moeda de troca para a compra de droga, mas a maioria é para uso pessoal dos ladrões ou também para venda. As participações por furto, roubo ou extravio de telemóveis são diárias e o tipo de crime mais praticado é o furto.

É na via pública que os assaltantes preferem praticar os crimes. As ocorrências são diárias.

“O que temos mais são jovens que furtam telemóveis para os usarem até serem bloqueados. Outra fatia dos aparelhos roubados destina-se à venda e, muitas vezes, são utilizados como moeda de troca para a compra de estupefacientes.

Os casos são simples. As vítimas alegam que estão a utilizar o telemóvel e sem darem conta de onde veio o ladrão ou ladrões, ficam sem o telemóvel e, algumas das vezes, são agredidas por reagirem. Muitas vezes, devido à impossibilidade de recuperarem o aparelho, afirmam que não prestam queixa e dão como perdido o aparelho.

Noutros casos, os suspeitos, depois da queixa ter sido prestada na PN, são identificados e encaminhados para o posto da polícia na cidade, porém, muitas vezes passa muito tempo e nenhuma novidade, muito menos do telemóvel roubado.

Quando um telemóvel é roubado, o proprietário deve fazer a participação à PN ou à PJ e, em seguida, dirigir-se a um balcão da sua operadora para bloquear o cartão SIM e, se possível, o telemóvel, através do IMEI (International Mobile Equipment Identity), a ‘impressão digital’ do aparelho. As duas operadoras nacionais possuem serviços que permitem o bloqueio não só do cartão, como também do telefone.

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