UCID: OGE 2018 “cheio de apenas boas intenções”

20/11/2017 14:23 - Modificado em 20/11/2017 14:36
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Numa primeira impressão sobre o Orçamento Geral do Estado 2018 (OGE) a UCID afirma que trata de um orçamento que acentuar as dificuldades entre as ilhas, em que as ilhas com maiores dificuldades vão continuar a senti-las. Ou seja, para a UCID “OGE em termos de intenção é excelente, mas quando analisar os valores para que seja posta na prática essas intenções o sentimento é que há uma falta enorme falta de recursos e pode prejudicar o país.

A UCID concorda com várias medidas proposta pelo governo mas acredita que os recursos não vão ser suficientes para que as medidas sejam realizadas. Por exemplo: “A UCID considera que nas projeções do governo poderá reduzir o nível de desemprego. Medida louvável, mas uma vez um bom anuncio que infelizmente temos receio que não seja colocado na prática”, como exemplifica o presidente do partido, António Monteiro. Dificuldades de acesso ao crédito, e as medidas de incentivo aos empresários e jovens são alguns problemas que podem impedir a realização da medida do governo.

Outro ponto que preocupa a UCID prende-se o aumento de despesas de funcionamento do governo. “As despesas de funcionamento entre 2015 e 2018 tiveram um aumento um aumento mais de 10 milhões de contos”. E o partido não entende esse aumento que pode ser prejudicial para a economia do país. E o pedido que seja feita uma “análise mais criterioso e tenta diminuir os gastos”, e que os recursos sejam colocados em outras vertentes.

Sobre as ilhas, Monteiro avança para o exemplo da Brava, e do montante disponibilizado para investimentos, “apenas” trinta e nove mil contos, e mesmo sentimento para São Nicolau com o dobro da Brava.

“Este orçamento apesar das promessas que o governo tem feito não irão trazer mais felicidade aos cabo-verdianos porque temos um orçamento que não passa de muitos e boas intenções. Porque aquilo que que é a letra do orçamento vem de encontro com o que a UCID gostaria de ver em Cabo Verde, mas dificilmente será colocado em prática porque com os recursos alocados para estas intenções, dificilmente conseguirá o desidrato que povo de Cabo Verde espera”.

Isto quando a UCID avança que o governo vai fazer um empréstimos em mais de vinte e seis milhões de contos para a realização do orçamento. “Valor muito elevado a ter em conta o nível da divida publica”, como sublinha Monteiro.

E neste ponto também fala da concorrência desleal por parte do governo. Monteiro considera que para um banco comercial entre emprestar a um privado, que alberga mais riscos, e ao governo, vai escolher o segundo.  “Esta concorrência desleal poderá criar um empecilho no desenvolvimento da economia”.

São Vicente

“Orçamento não comtempla São Vicente da forma que deveria. Investimentos a volta de trezentos e noventa e sete mil contos valor que consideramos muito pouco para que a ilha possa ter outra performance económica e gerar postos de trabalho”.

Outra questão

“O aumento das pensões sociais que pedimos ao governo para a injustiça justiça criada pelo governo do PAICV, e durante a campanha prometeu aumentar valor para sete mil escudos para depois d campanha tirar a proposta. Tetos a caírem que é problemas de Cabo Verde e esperamos uma trouxesse uma proposta concreta, mas está esta pendurada pelo financiamento do governo chins”.

Voto

António Monteiro afirma que a UCID gostaria de votar a favor, isto em nome de uma postura diferente ao que for bom para o país. Mas, com o orçamento não poderá votar a favor. Mas que se o governo demostrar uma abertura poderá mudar a sua postura.

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