A Polícia está de  volta às ruas de São Vicente

3/11/2017 00:41 - Modificado em 3/11/2017 10:10

Ao completar quase dois meses como novo Comandante Regional da Polícia de São Vicente, o Intendente Alírio Correia e Silva quer implementar diversas estratégias com o objectivo de diminuir o sentimento de insegurança e trabalhar em prol de São Vicente.

Correia e Silva assumiu a gestão do Comando Regional no dia 04 Setembro e está motivado para  combater o crime na cidade. Além das responsabilidades burocráticas, o Intendente quer intensificar as acções policiais na rua, promover operações e intensificar os trabalhos educacionais. Não se conhecem , ainda , os resultados dessa nova estratégia .Mas o certo  é que a Policia  está de novo nas ruas . As patrulhas á noite voltaram aos bairros e o patrulhamento de proximidade parece que já não é apenas retórica .

Neste sentido o Intendente Alírio Correia e Silva quer estar sempre à frente das estratégias visando a implementação de políticas na área de segurança pública, sendo o mais importante, as acções que se reflectem na vida do comando da polícia e da população.

Em pouco tempo à frente da PN em São Vicente, diz que um “raio x” da ilha demanda mais tempo que dois meses. Tem de sentir, conhecer as pessoas, os problemas, as soluções e rumos que costumam dar aos factos, no entanto, em termos da instituição que agora comanda diz que ao tomar posse, pôde constatar que não havia um patrulhamento nas ruas, bem como um deficit considerável no domínio do trânsito rodoviário.

Uma das principais medidas implementadas é a questão do policiamento de proximidade, um modelo, segundo Correia e Silva que hoje é aplicado em diversos países do mundo e a sua implementação traz diversas vantagens. “É um modelo que permite proximidade cidadão – polícia e haverá uma identificação plena entre as partes. É necessário e nós vamos intensificar de forma a satisfazer as solicitações dos cidadãos podendo, assim, juntamente com alguns actores sociais, identificar os problemas e encontrar soluções”.

Afirma ainda que esta operação realizada num fim-de-semana de Outubro, serve para mostrar que estamos “vivos e presentes e dando sinal que as coisas podem mudar para a positivo”.

Questionado sobre a forma como será intensificada, diz que depende da situação, pode ser de três em três dias, semanal ou mensal, mas o importante é fortalecer a presença da polícia nas ruas.

Diz que pretende inverter esse ciclo vicioso de insegurança persistente para um ciclo virtuoso de segurança que a população tanto almeja e, para fazer isso, é necessário “intensificar o serviço de patrulha que é uma actividade preventiva visível de forma a transmitir ao cidadão o sentimento de segurança, porque lá onde estiver a polícia, haverá mais segurança e é nesta óptica que vamos trabalhar”.

Acredita que para inverter este ciclo, é preciso que a polícia esteja na rua, procurar estreitar relações com as outras instituições, quer privadas, quer públicas, de forma a identificar e resolver os problemas.

Embora o sentimento de insegurança seja algo permanente em quase todos os países do mundo, é necessária uma estreita colaboração entre todos, não somente da polícia e do Estado, uma vez que a segurança, hoje, é entendida como um bem que todos necessitam, uma necessidade de toda a sociedade e do Estado, portanto, “todos unidos poderemos fazer algo, ter uma paz social desejada”,

  1. João Barbosa

    Mas antes disso o senhor comandante deverá fazer controle na sua instituição, há dias presenciei uma sena grave e lamentavel, um individuo acusando dois agentes da BAC de terem tomado sete mil euros a um ladrão e apresentaram somente três, logo após a saida do tribunal., será isso verdade se for é grave não queremos que a polícia se apodere dos nossos bens, sucessos senhor comandante São Vicente agradece

  2. Figueiral

    Policia na rua! Credo até parece o tempo colonial onde era normal vêr os polícias na rua fazendo as suas rondas a pé e têr a percepção de se estar seguro e protegido pelo braço do Estado.
    Contudo não vai ser fácil esta mudança de cultura e mentalidade do corpo policial.
    Habituados nas últimas décadas a operaram na maioria das vezes atras duma secretária ou dentro das esquadras o choque directo com a população será enorme bem assim como as dificuldades fisicas de percorrer a pé diariamente alguns quilómetros.
    Esta medida mais do que lógica demorou mas chegou. Espero apenas que o nosso Comandante consiga implementar a mesma na practica. Apesar de um pouco tarde é urgente que nos devolva finalmente a rua sem nenhum receio, medo ou constrangimento de qualquer ordem.

  3. celsoDias

    na dinastia do anterior comaqndfante Tchida que por sinaltivemos boas relacoes muide longo time e fui maltratado em frenter de Firmina Policia, e o tchida disse que ficou zangado quando doube que fui ao Jornal e ao Ministerio Publico . laisser faire ,laisser passer…

  4. lili

    mim inda um ca oias nada na rua, tudo na corre, kel sim

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.