JMN quer consenso sobre nome para a Comunidade da África Ocidental

30/10/2017 01:57 - Modificado em 30/10/2017 01:57

O ex-primeiro-ministro ,José Maria Neves, defendeu que o nome para a presidência da CEDEAO deve resultar de “alargado consenso nacional”, considerando que as candidaturas individuais surgidas estão a promover a “folclorização” de “uma importante iniciativa política”.
“O Governo deve procurar o mais alargado consenso, envolvendo os outros órgãos de soberania e os partidos políticos, sobre o nome que deverá ser escolhido para candidatar-se ao cargo de presidente da comissão [da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO)]. Trata-se de um cargo de elevada responsabilidade política, que terá de concitar o mais amplo entendimento nacional, devendo-se, por isso, afastar para longe as tentações de partidarização da candidatura”, sustentou José Maria Neves.
Numa publicação na sua página pessoal da rede social Facebook, o ex-primeiro-ministro, que liderou o país durante 15 anos e deixou o poder em 2016, apelou para a “contenção e sobriedade” num processo que está a ser marcado pelo surgimento de várias candidaturas individuais.
Cabo Verde espera poder assumir a presidência da CEDEAO em 2018 e a escolha do nome a indicar será feito por concertação entre o Governo e o Presidente da República, no entanto são já vários os candidatos a um lugar, que não é ainda seguro venha a ser ocupado pelo país.
“Devemos optar, internamente, pela contenção e sobriedade, evitando a ‘folclorização’ desta importante iniciativa política nacional, através de peregrinas candidaturas individuais e campanhas eleitorais domésticas, nunca vistas em idênticas circunstâncias”, declarou.

Fonte : Lusa/Fim

  1. António

    Cabo Verde não necessita de estar neste patético CEDAO. Os pagcivistas e combatentes tem paranoia de Africa. Zé Bia fala de Africa, envia filhos para estudarem nos Estado Unidos, porquê não foram para Gana, Mali ou Senegal?

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