Corte de esgoto: Dirigentes e funcionários da Frescomar querem que o problema seja solucionado rapidamente

18/10/2017 14:01 - Modificado em 19/10/2017 11:40
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Dirigentes e trabalhadores da Frescomar organizaram esta manha, uma concentração pacífica e silenciosa em frente a Câmara Municipal de São Vicente, como forma de protesto da decisão da edilidade  que efectou no domingo passado, ao corte de esgoto da empresa, situação que os tem impedido de trabalhar.

A direcção da empresa, mostra-se indignado com esta situação, uma vez que a paralisação dos trabalhos afigura um “enorme prejuízo” à fábrica. “A câmara precisa resolver esta situação, o mais rápido possível, porque a Frescomar é uma empresa que trabalha com cerca de 1200 funcionários” afirma o responsável geral da empresa, José Luís Mosteiro, .

Segundo a direcção da empresa, esta paragem forçada devido a decisão da Câmara Municipal, confere um prejuízo de 11 mil contos. E por isso quer uma explicação do porque do corte de esgoto à Frescomar, que aconteceu no domingo passado, sem qualquer justificação e que condiciona os trabalhos da empresa.

José Luís Mosteiro relembra que a câmara já havia agido  de forma similar no passado e foi resolvido após terem saído a rua e terem reivindicado para que o problema fosse solucionado, o mais rapidamente possível, porque sem acesso ao esgoto a empresa não consegue trabalhar.

Revela que conseguiram trabalhar, ontem terça-feira e segunda, porque foi “sugado” o esgoto da fábrica. “Sem esgoto não podemos trabalhar e são centenas de pessoas que ficam parados sem fazer nada e o prejuízo só remonta e, enquanto não tivermos uma solução definitiva ao nosso problema, as operações ficam suspensas”, atira este director que assegura ainda que querem apenas uma explicação, que lhes é de direito, porque pagam os seus impostos e por isso a câmara não pode simplesmente cortar o acesso ao esgoto.

De acordo com este responsável, os detritos da fábrica actualmente estão canalizados para a Estação de Tratamento das Águas Residuais (ETAR) da Ribeira de Vinha e ainda ofereceu uma bomba a câmara de forma a facilitar este processo. Mas o esgoto doméstico tem que ser canalizado para a rede pública, assegura.

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