Ministro das Finanças diz que crescimento económico está dentro das previsões

2/10/2017 02:45 - Modificado em 2/10/2017 02:45

O ministro das Finanças de Cabo Verde, Olavo Correia, desvalorizou hoje o abrandamento no crescimento da economia no segundo trimestre do ano, adiantando que está dentro das previsões do Governo.
O crescimento económico em Cabo Verde registou um abrandamento no segundo trimestre deste ano, com o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) a situar-se nos 3,1% contra os 4,0% do trimestre anterior.
De acordo as Contas Nacionais Trimestrais, divulgadas hoje pelo Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde (INECV), o PIB cresceu 3,1 por cento no segundo trimestre de 2017, abaixo dos 4,0% do primeiro trimestre do ano e dos 3,7% do trimestre homólogo de 2016.
“Estamos a falar de um valor entre 3% e 4%. É o valor expectável. Até final do ano teremos condições de ter um valor superior. Está dentro daquilo que é a nossa margem em termos de previsão para o crescimento”, disse.
Adiantou ainda que, com as medidas que o Executivo irá tomar em matéria de financiamento e da fiscalidade haverá “condições para que a economia cresça a um ritmo muito superior”.
“Estamos a trabalhar para que isso venha a ser uma realidade”, acrescentou Olavo Correia.
O ministro das Finanças cabo-verdiano falava aos jornalistas, na cidade da Praia, à margem de uma conferência sobre boas práticas de gestão.
De acordo com o INECV, o abrandamento do crescimento do PIB resultou da “desaceleração das despesas do consumo final e do aumento das importações de bens e serviços”.
No acumulado dos dois trimestres de 2017, a economia cabo-verdiana regista uma variação do PIB de 3,6% contra os 3,9% do período homólogo de 2016.
O Produto Interno Bruto (PIB) real cabo-verdiano cresceu 3,9% em 2016 e as estimativas oficiais [Governo, Banco de Cabo Verde, FMI e Banco Mundial] apontam para um crescimento no intervalo entre 3% e 4% em 2017.
LUSA

  1. nepotismo?

    Dr. Olavo correia, o que espero do senhor é que venha dizer que por causa do dinheiro gasto nos manuais escolares a culpa não pode nem deve morrer solteira.

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