Mas os animais são abatidos em matadouros particulares

18/10/2012 01:17 - Modificado em 18/10/2012 01:17
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O matador municipal de São Vicente já está a funcionar, “e bem”, na óptica do Vereador Rodrigo Rendall. Com uma equipa e equipamentos básicos para atender aos pedidos. O objectivo agora é de “mostrar as pessoas que têm um matador e que tem que ser usado para as pessoas abaterem os animais.” O vereador avança que a Câmara terá que fazer “ uma acção de sensibilização muito forte” para que as pessoas tomem conhecimento e passem a usar o matador.

 

NN falou com alguns proprietários de talhos que se mostram esperançados que o matadouro municipal possa trazer alguma ordem na venda da carne na ilha. Isto porque, segundo estes, sofrem muitas vezes uma concorrência desleal, por pessoas que vendem carne de animais abatidos em casa. Celina do Talho Boa Esperança fala de pessoas que colocam a carne em tinas e vão vender diante do seu estabelecimento. No Talho A Mimosa ,também, já constataram essa concorrência. No caso do Talho Rua de Praia estas pessoas levam vantagem já que não precisam usar o matadouro e nem pagar nada, é só vender. E Celina diz que “ é preciso que haja ordem e legalidade na venda da carne. A carne não pode ser vendida em qualquer lugar e por qualquer pessoa ”.

É que segundo os açougueiros “se houver um bom uso do Matadouro Municipal . isso pode acabar com esta prática e sensibilizar as pessoas sobre a questão de vendas de carne na rua sem inspecção.

Dos proprietários com quem falamos apenas o talho Talho Mimosa usa o Matadouro Municipal para abater animais. No Talho Boa Esperança para evitar constrangimentos, na hora de abate, a carne é trazida de Santo Antão, onde “é logo inspeccionada”. No caso do Talho Rua de Praia a opção é de abate em matadouro próprio.

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