Uma investigação da revista  Visão  envolve PAICV  num esquema fraudulento de financiamento de campanhas eleitorais

13/09/2017 07:42 - Modificado em 13/09/2017 07:42

Uma  investigação levada a cabo pela revista Visão , de Portugal, envolve o PAICV , a  TACV e candidatura   presidencial de Manuel Inocêncio, em 2011.num  alegado  esquema fraudulento de financiamento de campanhas eleitorais através da agência de comunicação Webrand

A Visão  escreve  que  “nesse ‘pântano’ do financiamento de campanhas eleitorais e dos concursos públicos viciados, com recurso a tráfico de influências políticas, empresas de fachada, negócios simulados e faturação falsa, entre outras ilegalidades”, surge, por entre milhares de documentos, o nome do PAICV e da transportadora aérea TACV como clientes.

Para isso, escreve a Visão, aquela agência de publicidade confiou ao engenheiro cabo-verdiano João Luis Wanhnon Morais, dono de uma empresa de import-export em Portugal (a MXW), parte dos negócios em África. João Morais é referido na reportagem como amigo pessoal de várias personalidades politicas como Lopo Nascimento, do MPLA, ou Adão Rocha, antigo ministro da Energia e ex-conselheiro de José Maria Neves, no anterior Governo., e de Manuel Inocêncio Sousa, ex-ministro das Infra-estruturas e ex-vice presidente do PAICV.

A publicação portuguesa, citando vários documentos, diz que o negócio com a candidatura de Manuel Inocêncio Sousa para as presidenciais de 2011, “que era suspeito de usar uma empresa da qual fora sócio para executar obras públicas por ele decididas”, foi dos mais chorudos para a Webrand. “A facturação oficial da campanha à Webrand terá ultrapassado os 68 mil euros, mas os dados da Visão apontam para verbas superiores. Em 2013 a candidatura ainda devia à agência mais de 34 mil euros”, realça a revista.

  1. bonito

    Que bonitinho essa gente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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