UCID preocupado com sistema de recolha de lixo e com os resíduos sólidos

8/09/2017 16:28 - Modificado em 8/09/2017 16:28
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A UCID demostra-se preocupado com “com questões pertinentes que já algum tempo vem incomodando” a população de São Vicente. Situações que para a UCID não dignificam a tranquilidade, morabeza e o facto de a ilha ser conhecida como uma ilha limpa.

“Queremos que o Sr. Presidente nos diga ate quando continuará com a teimosia ou mesmo birra política em manter a recolha do lixo porta-a-porta no turno da noite, sendo que em nenhum canto deste planeta isso se verifica e mais grave ainda, sabendo ele que há dois anos, de um estudo realizado pela camara onde 70% da população manifestou-se contra esta nova medida”, como afirma António Monteiro.

Numa época onde o surto de doenças provocadas pelos mosquitos devido a águas das chuvas, questiona se vão manter o modelo. A qual adiciona o facto de os “trabalhadores estarem descontentes”.

“Alertamos para o triste cenário que neste momento se verifica em S. Vicente, tendo em conta que os sacos de lixos são amontoados em todos os locais e pendurados nas árvores e nos postes de IP, passando assim a imagem de uma ilha completamente abandonada”, como descreve Monteiro.

Aliada a questão da recolha de lixo, Monteiro “traz a lume” a questão dos “resíduos sólidos e a necessidade de um novo tratamento”. Isto quando afirma que o partido apresentou um projeto para por fim a queima do lixo na lixeira de Ribeira de Julião, que emite o ar cerca de três milhões e seiscentos mil toneladas de CO2 (dióxido de carbono) ano, o que representa um perigo para a saúde pública e um atentado ao meio ambiente”.

O partido mostra disponível para junto com o governa e da edilidade por fim a prática da queima do lixo na lixeira.

O projeto passaria por “implementar o projeto que consiste na utilização de uma incineradora que aproveita a energia calorifica transformando-a em 680kw de potência elétrica e 270 m3 de produção de água diárias, para o qual já existe a garantia de financiamento”. O contacto com o governo já foi feito, como adianta. Um projeto que acredita que traria qualidade e segurança no emprego e por outro lado contribuir para uma requalificação da zona dando-lhe uma nova roupagem.

Outra questão levantada pela UCID são as artérias da cidade. Monteiro avança que há alguns meses foi anunciado, “com pompa e circunstancia”, varias obras de asfaltagem, calcetamento e arruamentos nas artérias. E “até data de hoje não passaram nem para segunda nem para terceira pedra muito menos para a conclusão das tão anunciadas obras. Casos como rua de Sena Barcelos, Av. 5Julho, Rua de Morguinho e a Av. Marginal só para citar estes”.

E o partido exige da edilidade o início destas obras o mais rapidamente possível pois “a cidade não pode continuar a passar a imagem de uma cidade infelizmente descuidada pelo Edil”.

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