A PJ não está a vigiar arguidos que aguardam julgamento em liberdade

1/09/2017 02:26 - Modificado em 1/09/2017 02:26

A PJ não vai vigiar, nem controlar os dois arguidos brasileiros  suspeitos  de participarem no transporte de 1150 quilos de cocaína apreendidos num iate na Marina do Mindelo . Da mesma forma que não o faz com os quatro cidadãos estrangeiros acusados de tráfico internacional de 535 quilos de cocaína que no dia 4 de Maio  foram colocados em liberdade porque expirou o prazo de prisão preventiva.

Isto porque  “em primeiro lugar, a PJ não tem meios para vigiar tanta gente ao mesmo tempo”. Mas um ex-inspetor contacto pelo NN  considera que “se fosse relevante para a investigação e a PJ considerasse que o perigo de fuga é iminente, apesar das medidas cautelares aplicadas pelo juiz, poderá vigiar as pessoas em causa”.

Mas não acredita que isso vá acontecer neste caso, pois defende “que a PJ fez o seu trabalho que foi a captura dos indivíduos e a apreensão da droga. E o Tribunal fez o seu. Se alguém não fez bem o seu trabalho, deve assumir os seus erros”.

  1. Antonio Goncalves

    este e o tipo de justica que temos em CV os juizes sao todos corrutptos penso que quem deve apanhar o TIR sao os juizes mas na cabeca para que possam tomar juizo

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