11/08/2017 04:19 - Modificado em 11/08/2017 04:19

Em declarações aos jornalistas, Mário Chaves, que depois vai assumir a administração executiva, disse que a Icelandair vai introduzir um novo modelo, que terá oportunidades para expandir e ligar Cabo Verde aos quatro continentes, trazer crescimento e emprego ao país.

O responsável não fala sobre a futura privatização da TACV nem dos custos da operação para a Icelandair, dizendo que, para já, a ideia é concentrar nos fluxos com Europa, África e Américas.

Mário Chaves avançou que as alterações na gestão da TACV terão impacto e passarão, por exemplo, pelas vendas, onde a companhia quer ser competitiva e continuar a ser uma referência.

O administrador delegado disse também que a Icelandair vai ajudar o Governo cabo-verdiano a procurar uma solução para a dívida da TACV, que ascende a 100 milhões de euros.

A assinatura do acordo de gestão da TACV Internacional foi presenciada por diversas personalidades da sociedade cabo-verdiana, entre elas o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, que considerou que a Icelandair é o “melhor parceiro” para um “negócio credível”.

A partir de agora, Ulisses Correia e Silva espera potenciar o turismo entre Cabo Verde e o norte da Europa, lembrando, para isso, a medida governamental de isentar de vistos os cidadãos da União Europeia e do Reino Unido.

A gestão – e futura privatização do negócio internacional da TACV – é outro ponto da reestruturação da TACV, depois da atribuição dos voos domésticos em exclusivo à Binter Cabo Verde, em cujo capital o Estado cabo-verdiano entrará com 49%.

 

Fonte : LUSA

 

Comente a notícia

Obrigatório

Publicidades
© 2012 - 2017: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.