Tubarões Azuis: “A rápida ascensão e queda espectacular de Cabo Verde”

17/07/2017 00:30 - Modificado em 17/07/2017 00:30
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Cabo Verde ganha destaque no site do jornal desportivo ESPN, numa análise feita por Nick Said, sobre a forma actual do combinado nacional de futebol. O periódico levanta as questões da ascensão da Selecção Nacional de Cabo Verde, com a presença inédita no Can 2013, assim como a sua repetição em 2015. O texto coloca ênfase no momento actual da Selecção e com consequente queda no ranking mundial da FIFA e a nível da África. A Selecção que teve uma exposição mediática durante o período da boa forma, 2012-2016, começa a ter dificuldades em voltar a afirmar-se.

O colunista começa por elogiar o percurso ao topo do futebol em África, como “verdadeiramente espectacular”. A ascensão ao número 27 mundial, com apenas três derrotas em vinte e quatro jogos, destacando a vitória sobre o Gana e a Tunísia. Mas, “estupefaciente tem sido a sua queda”.

O autor coloca ênfase no falhanço da qualificação para a Copa de 2014, no Brasil, escrevendo que a Selecção “foi bem envenenada e descreve a situação concedida pelos adeptos dos Tubarões Azuis, que ainda aguardam resposta pelo sucedido”.

“Eles assumiram a culpa e foi um custoso erro administrativo do qual os Tubarões Azuis nunca conseguiram recuperar” e demonstra as derrotas na qualificação para o mundial de 2018 e o último lugar que ocupa no grupo.

“Sete dos últimos dez jogos terminaram em derrota, incluindo os quatro últimos jogos em casa”. Para o colunista, tem sido uma queda livre no ranking da FIFA, estando agora no número 115 e que “o lugar conseguido há cerca de três anos, é agora uma memória distante”.

Uma certa confiança nos jogadores da Selecção de Cabo Verde como Garry Rodrigues e Zé Luís em grandes clubes europeus. Mas, “o toque vencedor dos Tubarões Azuis foi-se e, a menos que o redescubram rapidamente, a sua queda livre pode continuar e a habilidade de atrair aqueles que nasceram fora do país para jogar para a Selecção Nacional poderá tornar-se mais difícil.

O texto em inglês aqui.

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