Organização, operadores e fornecedores satisfeitos com a 5ª Edição do KFF

12/07/2017 04:04 - Modificado em 12/07/2017 04:04
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Em conversa com os jornalistas em conferência de imprensa no Mindelo sobre o balanço do evento Kavala Fresk Feastival 2017, a organização mostra-se bastante satisfeita com mais uma edição do evento. Este ano foi o ano da internacionalização do evento que, de ano para ano, tem vindo a ganhar maior visibilidade, servindo de produto turístico.

De acordo com a Mariventos, responsável pelo projecto, o KFF não está mal. Poderia melhorar em termos de logística, por exemplo, em matérias que deixam falta como tendas e materiais de som que são pouco disponíveis no mercado, afirma Josina Freitas, realçando o facto de este ser o ano da internacionalização do evento e, por isso, a partir de agora muita coisa precisa de ser melhorada.

Uma das áreas a ser melhorada é o local das grelhas de forma a proporcionar melhores condições aos operadores adiantando, no entanto, que isso deve ser feito em parceria, de forma a ter mais conforto no local.

Destaque ainda para a grande presença da China no festival, segundo a organização, através de uma associação que trabalha directamente com o país e isso foi de extrema importância.

O Kavala Fresk Feastival 2018 está agendado para o dia 14 de Julho, de modo a dar aos emigrantes a possibilidade de programarem as suas férias e aproveitarem o certame.

Por seu lado, os operadores falam sobre a boa experiência no festival e tanto estes como os fornecedores, são da opinião que o KFF deveria ser alargado, já que o rol de trabalho funciona como se fossem dois dias em um e também é uma forma de rentabilizar os investimentos feitos. Houve boa facturação, mas espera-se que seja cada vez melhor.

Foram disponibilizados para o evento cerca de 12 toneladas de cavalas, mas apontam para o problema da captura da matéria-prima que é o objecto de promoção do evento e que deve merecer a devida atenção por parte do Governo. “Havia cavala, os armadores conseguiram fazer a sua parte, mas tínhamos muita cavala importada e isto não é bom porque quando se cria um festival num local é para agregar o valor que o produto dá ao nome do festival, neste caso a cavala”.

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