Aeroporto Nélson Mandela: Casal guineense impedido de viajar acusa a polícia de discriminação

12/07/2017 03:51 - Modificado em 12/07/2017 09:57
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Um casal de nacionalidade guineense que se encontrava de férias na ilha de Santiago foi, este sábado, impedido de viajar pela Polícia de Fronteiras. Em causa estão motivos de rota suspeita. Indignado, o casal, que acusa a Polícia de discriminação, afirma que foi impedido de viajar sem qualquer explicação.

Segundo Biague e o companheiro, ambos guineenses, vieram a Cabo Verde gozar férias por um período de três semanas. Contudo, resolveram regressar mais cedo via Portugal alegando a morte de um familiar.

A viagem acabou por não se concretizar uma vez que foram impedidos de viajar no Aeroporto Nelson Mandela, na cidade da Praia, Santiago, pela Polícia de Fronteiras. De acordo com o casal, a interdição de viajar para o destino foi feita sem qualquer explicação por parte da Polícia.

Biague afirma não ser criminosa e muito menos traficante, por isso, não entende a razão da proibição. O único motivo que encontrou para explicar tal situação foi a discriminação. Uma vez impedidos de viajar, alegam prejuízos avultados e responsabilizam a Polícia pelos transtornos.

Entretanto, a Polícia de Fronteiras afirma que foi um procedimento normal nas fronteiras e justifica que o casal foi impedido de viajar por motivos de rota suspeita e recusa qualquer responsabilidade em relação aos prejuízos.

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