Criminalidade: PAICV oferece ajuda, MpD defende que é apenas um pique

28/06/2017 02:33 - Modificado em 28/06/2017 02:44
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A questão da segurança tem sido um tema actual tanto político como social. O clima vivenciado no país com notícias de vários crimes tem preocupado todos. Este foi o tema levado ao Parlamento pela bancada do PAICV numa declaração política proferida por Rui Semedo.

Assaltos, assassinatos, sequestros, entre outros crimes, estão nas principais preocupações do PAICV. Na sua declaração política, Rui Semedo chamou a atenção por ser uma questão de interesse nacional e que deve ser discutida sem partidarização. E demonstra vontade do seu partido em participar na tomada de decisões para que o problema seja amenizado.

“Vamos mudar tudo, a começar pela abordagem que deve ser multifacetada. Nesta questão as política têm falhado, as acções têm sido frustradas e os slogans, como tolerância zero têm sido devorados pelo tempo e a criminalidade campeia impunemente fazendo vítimas”. Com esta fundamentação, o PAICV demonstra vontade de colaborar com o Governo na tomada de medidas e de acções a serem feitas para diminuir a criminalidade no país.

Para Rui Semedo, o MpD tem utilizado o tema da insegurança “como matéria para despique poético”, o que o leva a estranhar a situação ao “procurar tirar ganhos e dividendos políticos efémeros, numa questão que tem provocado tanta dor, angústia, frustração e desespero”.

Joana Rosa, deputada do MpD, reagiu à declaração política do PAICV e recorreu aos dados para fundamentar que apesar do pique na criminalidade, nestes últimos tempos, a tendência não é o aumento. E demonstra confiança que o Governo conseguirá devolver a paz social à população.

Acusa o PAICV de politiquice. Ela questiona as medidas proposta pelo PAICV no que diz respeito à criminalidade. Entretanto, o Governo anunciou que aprovará o programa nacional de segurança interna e cidadania.

A UCID chama a atenção ainda para outro ponto, isto é, que o Governo possa continuar o programa de desarmamento dos cidadãos nacionais. “Não é normal um cidadão estar com armas nas mãos para fazer o que bem entender ao seu colega do lado”, como sublinhou João Luís.

 

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