A EXCLUSÃO DE SÃO VICENTE DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE CABO VERDE É UMA AFRONTA À ILHA E AO SEU POVO

26/06/2017 01:01 - Modificado em 26/06/2017 01:10

 Comunicado

 Notícia veiculada no jornal Expresso das Ilhas de 24 de Junho, dá conta do lançamento da primeira pedra para a construção na cidade da Praia do novo Campus da Universidade Pública de Cabo Verde, um projecto estimado em cerca de 45 milhões de contos e totalmente financiado pelo governo da China.

No entanto, e conforme declarações de um dirigente do PAICV, este Campus era para ser integralmente construído em S. Vicente, com intenção de beneficiar desta vez o norte do país, porquanto os seus financiadores entendiam que o sul já tinha sido objecto de um conjunto significativo de investimentos patrocinados pela China. Deduz-se assim que esta nação asiática não é insensível a que se observe uma lógica de equilíbrio territorial e de justiça distributiva na sua ajuda ao nosso país, ainda que, naturalmente, não queira imiscuir-se nos seus problemas internos. E foi nesse sentido que uma equipa de técnicos chegou, de facto, a deslocar-se a S. Vicente para estudo da localização da infra-estrutura. Porém, ao arrepio de tudo, o empreendimento viria a ser depois anunciado para a cidade da Praia, ainda no governo do PAICV, de nada tendo valido um protesto escrito apresentado ao primeiro-ministro pela estrutura daquele partido em S. Vicente.

O assunto foi habilidosamente silenciado até confirmar-se agora que a ilha de S. Vicente e o norte do país foram, efectivamente, e mais uma vez, marginalizados, espezinhados e espoliados em benefício da mesma ilha e cidade, persistindo os governos na sua injusta e inconcebível política centralizadora e concentradora.

Mas importante é sublinhar que o actual governo confirmou ipsis verbis essa decisão, quando natural seria que a revertesse, em coerência com as promessas eleitorais proferidas alto e bom som pelo seu líder no chão de S. Vicente e graças às quais obteve uma votação expressiva na ilha e venceu o pleito eleitoral com maioria absoluta. É que retinem ainda nos ouvidos do povo de S. Vicente, em particular, e dos cabo-verdianos, em geral, as promessas de Ulisses Correia e Silva de reabilitar o espírito de solidariedade nacional, promover a correcção dos desequilíbrios regionais e contribuir para a coesão entre os cabo-verdianos, mediante uma efectiva descentralização do poder e uma mais equânime distribuição dos recursos.

Sobram assim razões para acusar o actual primeiro-ministro de um comportamento político traiçoeiro, ardiloso e manobrista, ultrapassando o seu antecessor nas artes do ludíbrio e revelando-se afinal de contas um fiel executante das políticas que repudiamos, agindo contra o país integral e ameaçando perigosamente a coesão nacional. Na verdade, não surpreende esta sonegação de mais um investimento previsto para S. Vicente e o norte do território, porquanto desde a posse deste governo se vêm acumulando evidências a desmentir claramente a propaganda eleitoral com que o respectivo partido alcançou o poder. Se não vejamos:

− A primeira medida do governo foi firmar um acordo com o PAICV para a aprovação do Estatuto Especial para a Praia, como se isso fosse a mais gritante prioridade nacional;

− Na sua primeira visita a S. Vicente, a actual ministra do Ordenamento do Território e Habitação afirmou que “Cabo Verde não é só São Vicente e que se tem de partilhar os recursos para que todos tenham um pedaço justo”, causando espanto e indignação entre o povo da ilha, já que as suas palavras se ajustavam com geométrica precisão à ilha de Santiago e à capital do país e não à ilha visitada;

− Tem havido constante anúncio e concretização de investimentos na ilha de Santiago e seus inúmeros municípios criados com pouco critério, ignorando-se o resto do país;

− O Orçamento do Estado para o ano corrente foi altamente penalizador para S. Vicente, relegando-a para um plano secundário no arquipélago, não obstante tratar-se da segunda ilha do país em população e contribuição para o PIB;

− Surpreendentemente, e para repúdio dos cabo-verdianos, têm surgido movimentos de um doentio bairrismo ligados a Santiago − “pró Praia e pró ilha de Santiago”− como se a sociedade civil daquela ilha é que tivesse razões de agravo e não o resto da nação cabo-verdiana.

Com efeito, este Campus Universitário, arrebatado a S. Vicente e ao norte do país por um conglomerado de interesses centralistas constantemente em acção, inscreve-se numa agenda cujo propósito é consolidar cada vez mais a lógica de uma visão continental erradamente aplicada a um país arquipelágico, e ainda por cima eivada das práticas viciosas que são típicas dos regimes africanos menos recomendáveis. E é nesta óptica que se tem de olhar para a promessa de um aeroporto internacional para Porto Novo/S. Antão, o que, a realizar-se, será um verdadeiro case study para os economistas mundiais, dado que a distância entre as duas infra-estruturas seria apenas de poucos minutos de voo. Não escapa a ninguém que a construção desta obra insensata e contra-natura num país pobre mais não é que um expediente capcioso para cativar o eleitorado daquela ilha e liquidar qualquer possibilidade de união e sinergia entre as duas ilhas vizinhas, para que, dividindo para reinar, sobreviva o centro hegemónico e dominador.

Refira-se que S. Vicente até poderia encarar de ânimo contido a repartição do Campus Universitário com a capital ou outras partes do território nacional, desde que tal se justificasse, embora não fosse excessivo que o investimento a contemplasse por inteiro, porque nem assim se atenuaria o saldo ruinoso da marginalização a que vem sendo votada pelo poder central. Mas este não é o primeiro caso de um grande investimento sub-repticiamente desviado para Santiago, com argumentos falaciosos de capitalidade e massa crítica. O mesmo aconteceu com o Millenium Challenge Account, em que muitos milhões foram enterrados na ilha de Santiago sem resultados visíveis mas com óbvio prejuízo para o país como um todo, cuja dívida por PIB, neste momento uma das maiores do mundo, se deve em grande parte a projectos aplicados naquela ilha.

Perante mais este despudorado atentado contra os interesses da ilha de S. Vicente e do norte do país, apenas se manifestou até agora o ex-deputado e militante do PAICV Alexandre Novais, porque tudo o resto se refugia no seu habitual e cobarde silêncio, mesmo aqueles que exercem mandatos em nome do povo da ilha, a começar pelo presidente da câmara, que devia ser o primeiro a vir a terreiro para honrar as prerrogativas do seu cargo em vez da fidelidade canina ao seu partido.

Como há poucos meses fizemos sentir em outro Comunicado, a sociedade civil mindelense está mergulhada num limbo de alienação e apatia cívica sem precedentes, que só se explica pela preponderância de valores individualistas e egoístas e pelo eclipse dos líderes políticos locais. E é em grande parte por esta postura que S. Vicente tem sido alvo de tratos de polé, marginalizada pelo poder político, desviada do destino que lhe desenharam os homens bons que no passado foram os construtores de uma sociedade local fecunda e promissora.

Importa, pois, empreender uma acção introspectiva para descortinar os motivos por que a ilha de S. Vicente se tem abdicado da postura honrosa que devia assentar-lhe de harmonia com o seu passado, deixando-se tratar de modo tão acintosamente vexatório. E é nesse sentido que, inconformados com semelhante situação, os cidadãos abaixo assinados lançam um veemente apelo aos políticos e à sociedade civil de S. Vicente, para que acordem da sua letargia e pressionem o poder central no sentido de uma urgente reforma que descentralize o poder e desconcentre as estruturas do Estado, exigindo desde já a revogação da decisão de desviar da ilha mais um investimento que lhe é tão precioso como é para a região norte do país.

 

Junho de 2017

 

Pelo Grupo de Reflexão da Diáspora, e por ordem alfabética:

 

Arsénio Fermino de Pina

Adriano Miranda Lima

José Fortes Lopes

Fátima Ramos Lopes

Filomena Araújo Vieira

Luís Andrade Silva

Miguel Arcangelo Silva

Valdemar Pereira

 

 

 

  1. Carlos Lima

    Aguardem pelas mudanças da politica vergonhosa de governar de costas voltadas contra as ilhas do norte.
    Já o nosso poeta/trovador Manel d’Novas, já profecionava dizendo “nha fé nha esperança moré na sombra de um jardim, nha fé nha esperança moré nun mar chei tarafin…..”.
    Da minha parte acho que a fé e a esperança são as últimas coisas a morrer, restando lutar sempre contra os que nos querem à viva força nos extinguir do mapa, criando uma nação ilha (Santiago).
    Quando o povo tomar consciência e colocar estes fantoches nos seus devidos lugares, as coisas tomarão outro rumo, de certeza que com o aproximar das eleições aparecem com as palavrinhas mansas e promessas vãs, pelo que há que consciencializar o povo destes malabarismos.

  2. Maria Filomena Lopes

    ESSE PAÍS ESTÁ A CAMINHAR LARGAMENTE PARA UMA SITUAÇÃO DE AFRONTA E DESESPERO SOCIAL MOTIVADO PELOS GOVERNOS DOENTIAMENTE BAIRRISTAS E NADA INTELIGENTES!!!!! ALGUMAS POUCAS PESSOAS TEM LEVANTADO A VOZ EM SÃO VICENTE MAS COM O TOTAL DESRESPEITO DOS GOVERNOS E DESSES DEPUTADOS QUE NADA FAZEM PELA DEFESA DAS ILHAS QUE OS ELEGEM. AQUI EM SÃO NICOLAU ESTAMOS CADA VEZ MAIS ISOLADOS, EMPOBRECIDOS E VENDO OS NOSSOS JOVENS ABANDONAREM A ILHA POR FALTA DE OPÇÃO!!! E NINGUÉM FAZ NEM DIZ NADA????!!!! ESSA AFRONTA É PARA COM TODAS AS ILHAS E NÃO SÓ SÃO VICENTE. TEMOS QUE NOS ORGANIZAR ATRAVEZ DA INTERNET E VAMOS TODOS SEM EXCEPÇÃO MANIFESTAR NAS RUAS CHEGA DESSA CENTRALIZAÇÃO COM JUSTIFICAÇÃO DE NÚMEROS POIS SE ESTES NÚMEROS EXISTEM DE MAIOR NA PRAIA É PORQUE OS GOVERNOS ASSIM O CONTRIBUIRAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  3. artur mendes

    Que sirva de lição:

    S. Vicente só mudará através da reforma do seu Povo e não por decreto governamental…

  4. eduardo monteiro

    Acções como a assinatura da petição dirigida ao Sr. Embaixador da China em Cabo Verde são para continuar.

  5. Joaquim ALMEIDA

    Nao se compreende e podemos dizer mesmo inacreditàvel , o comportamento deste governo , que por interesses politico / partidàrio , pretende esquecer tudo o que foi feito neste pais desde a sua existência , a sua tradiçao , o berço onde foi montado pela primeira vez o estabelicimento para sua cultura , que hoje todos os caboverdianos se sentem orgulhosos !.. ( A histôria do NOSSO CABO VERDE seja por que qualquer motivo pretendem fazer ) .., nao se deve apagar !..Infelizmente é o que os nossos sucessivos governos lamentàvelmente tencionam fazer !..Caboverdianamente ; Um Criol na Frânça ; Morgadinho !.;

  6. luis barros

    Oh Sr. Augusto
    tenha dó. O quê que S.Vicente tem?
    Estamos a exigir o que é nosso por direito
    Esse campus era de s.vicente e é de S.vicente .independentemente de politica
    Todo o Cabo Verde e a china inteira sabem que esse projecto é nosso e que ia ser construído no ISECMAR em Ribeira de Julião. Agora como tudo é para praia (santiago) por isso que vao construir na Praia. NAo é discriminação é que cada ilha tem direito a sua fatia de bolo. è só para ver: há cerca de 2 anos que começou a obra no FCSH – ex liceu velho e nunca termina porque nao há verba!!

  7. eduardo monteiro

    Para o infeliz Augusto Barreto com o seu infeliz comentário: Cá está uma artigo que tenho gravado para mostrar como são os governantes deste país:
    Para o Fundamentalista- Sócrates de Santiago
    Como é possível uma pessoa ser tão mentirosa , tão sem carácter e tão desonesta:
    a) O Estado sempre concedeu Tolerância de ponto durante todo o dia na Terça-Feira do Carnaval e Quarta de manhã, para S. Vicente e para Santiago 2º período de Terça – Feira do Carnaval e durante o dia da Quarta Feira de Cinzas para Santiago;
    b) Cabo- verdiano de 1ª e 2ª vivendo à custa do vosso dinheiro , tu só podes brincar, vais dizer-me qual foi a comparticipação dos municípios de Santiago no PIB, as ilhas agrícolas e os municípios do interior de Santiago vivem as custas do Sal, Boa Vista e S. Vicente. Em 2015 as ilhas com maior participação no PIB foram: Boa Vista, Sal , Praia e S. Vicente, apesar do bloqueio: económico, político social e cultural que o Governo com ajuda da Pró-Praia que funciona como um poder Paralelo fazem contra S. Vcente a tua ilha é um sorvedouro de recursos internos e externos , todas as ilhas agrícolas e municípios do interior de Santiago. Tens que me dizer O que Rª Grande Santiago e os demais municípios de Santiago entram na taxa de Turismo, na taxa de Manutenção Rodoviária, na Taxa ecológica. S. Vicente é a 2ªIlha com maior participação no Fundo de Manutenção Rodoviária, mas Não Vê a cor dinheiro; Vamos ver quem vive às custas dos impostos e taxas pagas por nós. Os impostos das Finanças Alfandegas, da Conservatória , do Cartório e o IVA vão directamente para os Cofres da Direcão Geral do Tesouro, para beneficio da Ilha de Santiago e dos Badios;
    c) Todos somos iguais perante a Lei, isto é que diz a porcaria da CRCV PENSADA E ELABORADA VISANDO BENEFICIAR A ILHA DE SANTIAGO , assim como a Aldrabice do tal Estatuto Especial para cidade da Praia, em que os restante ilhéus vão pagar para o vosso bem estar. Somos tão iguais que os Governos da República de Santiago, fazem uma guerra implacável, que nem Salazar fez contra os Pobres de S. Vicente. Diz-me o quê os Governos incumbentes já fizeram para com os pobres e carenciados da minha ilha, quando diariamente são canalizados milhares de milhões para a Luta contra a Pobreza no Mundo Rural. Os governantes nunca levantaram uma palha sequer nesse sentido. Que gente é este que estão a governar o País?. Vocês são uns monstros;
    d) O Governo tem andado a olhar só para o Norte- Não há adjectivos para te qualificar só pode vir de um psicótico. A primeira medida que o Ulisses tomou foi transferir 60 mil contos para o Município de S. Miguel, para um mês depois lançar a requalificação de toda a orla marítima custando 40 mil contos, em menos de três meses só S. Miguel abocanhou 100 mil contos, tomara S. Vicente ter essa quantia!!!!! O Orçamento de Estado vai benenficiar mais quatro municípios do interior de Santiago com dinheiro dos impostos pagos pelos cabo-verdianos com a tal discriminação positiva que inventaram para aplicar mais um golpe aos nossos bolsos;
    e) Em 18 de Outubro o Governo da China financiou o edifício em Trindade onde irá funcionar a lavandaria e tratamento de roupas hospitalares orçado em 146 ml contos, ainda neste trimestre o HAN vai receber 300 mil dólares da ajuda chinesa , pzra além dos diversos materiais hospitalares e também para o bloco operatório, isto para não mencionar a catadupa de ofertas que a CHINA TEM FEITO EM SANTIAGO e que vocês não deixam que as outras beneficiem das ajudas , assim como 1º Tranche do MCA os 100 milhões de dólares,PARA A CONSTRUÇÃO DO PORTO DA PRAIA, a 2ª tranche 60 milhões que deram uma pequena coisinha para as ilhas, vocês comem TUDO E NÃO DEIXAM NADA porque o PAÍS NÃO EXISTE O QUE EXISTE É A REPUBLICA DE SANTIAGO. O que acabo de descrever são FACTOS REIAS , É UMA REALIDADE OBJECTIVA DOS FACTOS.
    PS: Em 2015 S. Vicente foi a 2ª Ilha com maior participação no PIB, MAS FICOU EM 5º LUGAR NO ORÇAMENTO DE 2016 com a seguinte divisão:
    Praia: 732.434.620 mil escudos; Stª Catarina, 647.792.953mil escudos; Santo Antão,784.144.715 mil escudos, Sal 505.762.936 mil escudos, para acrescentar ainda que as ilhas agrícolas e Santa Catarina de Santiago não entram com uma ponto de um “corno” S. Vicente é espoliada na maior “descontra” e com imuto atrevimento.

  8. VT

    São Vicente está mais desenvolvida que outras ilhas de cabo Verde, menos ilha de Santiago. Portanto, deve tratar as outras ilhas como São Vicente, tendo em conta que está a ver mais para São Vicente que já tem muita coisa que não há em outras ilhas, menos ilha de Santiago. Mas convém ser feito grande investimento em Capital do nosso País como se faz em todos os países, visto que deve ser diferente de todas as cidades de cabo Verde pelo fato de ser rosto de Cabo Verde.

  9. Eduardo Oliveira

    Infeliz, muito infeliz a saida do tal Barreto que deu grande barraca. Estamos tratando do desvio de uma doação para a ilha de S.Vicente que o Governo rouba descaramente para a Praia.
    Pode o sr. Barreto dizer-me onde està o racismo? Pode ainda provar que as outras ilhas são racistas? Sabe qual é o dever de um Deputado ou de um Representante, em qualquer lugar, quando escolhido e eleito pelo Povo? Ê certo que a noção de deputado em Cabo Verde não é senão de seguidor de um partido e, aqui, da Repùblica de Santiago.
    Que eu saiba o Grupo de Reflexão sedeada na Diàspora é para Um Cabo Verde Melhor e nele não estão so sanvicentinos que, aliàs, têm a legitimidade de defender CABO VERDE sem distinção de ilha.
    Quem enfiou o barrete?

  10. josé pedro do santos

    MINHA GENTE VAMOS SAIR ÀS RUAS DESSAS ILHAS DO NORTE E EXIGIR O QUE É NOSSO!!!!!!!!!!!!!!!! CHEGA DESSA ROUBALHEIRA E DESSES BANDIDOS DEPUTADOS QUE NADA FAZEM!!! O QUE AQUELA DORA PIRES, HUMBERTO LÉLIS, MANUEL INOCÊNCIO, FILOMENA MARTINS, …E RESTANTES CAMBADAS FAZEM NAQUELE PARLAMENTO??????????????? BANDO DE PARASITAS E LADRÕES!!! O QUE ESSE presidente de câmara de são vicente faz para defender essa ilha????? VERGONHA DE TODOS ESSES BANDIDOS QUE METEM NOJO!!!!!!!!!!!!!!!!

  11. Cândida Leite

    Os ardilosos se servem dos desonestos Barretos como veiculo de baboseiras bem preparadas. Ensinam-nos como actuar e, como “pedra lançada não volta atraz”, a mentira propaga-se especialmente na camada menos preparada. Até quando? Como se livrar do flagelo?

  12. PASCOAL FONSECA

    OS SENHORES DE HOJE, TITULADOS SENHORES DE SANTIAGO, DEVEM LEMBRAR QUE A CIDADE DA PRAIA é FORMADA POR GENTE DAS OUTRAS ILHAS QUE FORAM DESENVOLVER SANTIAGO. VEJAMOS QUEM SAO OS TAXISTAS? QUEM SAO OS COMERCIANTES? QUEM SAO OS MESTRES. NOS DEIXAMOS AS NOSSAS ILHAS EM 1975 PARA AJUDAR NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE CV QUE AO FIM E AO CABO FOI O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SANTIAGO

  13. M Conceição

    Esse Augusto Barreto está no Governo? Quem fala, ou melhor, escreve assim, é GAGO!

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.